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22/10 - Parlamento europeu aprova medidas para proteger estudantes em caso de Brexit sem acordo
Pesquisadores e pescadores também seriam beneficiados por medidas que garantem financiamento para suas atividades durante 2020. Bandeiras da União Europeia e do Reino Unido são vistas do lado de fora do Parlamento britânico no dia 14 de março Ben Stansall/AFP O Parlamento Europeu adotou nesta terça-feira (22) medidas adicionais para proteger até o final de 2020 estudantes, pesquisadores e pescadores no caso de Brexit sem acordo, como parte dos preparativos da União Europeia para esse cenário. No fim de 2018, a Comissão Europeia propôs uma série de medidas para preparar o bloco para um "no deal". Nesta terça, os eurodeputados aprovaram vários projetos que visam "garantir o financiamento da UE para 2020" nesse cenário. "O projeto estende até 2020 o plano de emergência adotado (em abril de 2019), até agora limitado a 2019", afirmou a instituição em comunicado. "O objetivo é minimizar o impacto negativo da retirada do Reino Unido da UE para os beneficiários de financiamentos europeus e para o orçamento da UE", indicou. Estas medidas dizem respeito aos programas Horizon 2020 (investigação científica), Erasmus+ (intercâmbio de estudantes), bem como de políticas agrícolas e regionais. As medidas adotadas também visam estender a aplicação de medidas de emergência no setor da pesca, em especial para continuar a permitir o acesso dos pescadores às águas britânicas, sob reserva de reciprocidade. Os deputados também adotaram emendas ao Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização. Esse fundo, destinado a trabalhadores e autônomos "que perderam o emprego por causa da globalização ou de uma crise econômica", deve ser estendido àqueles "cuja atividade cessou como resultado de consequências significativas em suas atividades econômicas, crescimento e emprego resultantes da retirada do Reino Unido da UE sem acordo". O Parlamento também deve votar na quinta-feira (24) uma medida de emergência adicional, que "permita que os Estados membros diretamente afetados pelo Brexit tenham acesso ao Fundo de Solidariedade da UE, que agora é destinado apenas a desastres naturais".
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22/10 - UFSC divulga edital para transferências e retornos em cursos de graduação para 2020
Inscrições devem ser feitas até o dia 1º de novembro. UFSC em Florianópolis Jair Quint/Agecom/DGC/UFSC O Departamento de Administração Escolar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), divulgou o edital para vagas de transferências e retornos em cursos de graduação para o primeiro semestre de 2020. No total estão disponíveis 4.104 vagas em 95 cursos, sendo 79 nove destes presenciais. Os interessados devem fazer a inscrição até o dia 1º de novembro, nas coordenadorias dos cursos por meio de formulários online disponibilizados pela universidade. O resultado das aprovações será publicado no dia 2 de dezembro, pelo site do departamento. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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22/10 - Enem: saiba o que mais cai em física e resolva 5 questões da disciplina
Questões sobre acústica e energia apareceram com frequência nos últimos cinco anos. Veja temas mais cobrados nas questões de física do Enem Divulgação No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, os conhecimentos de física serão cobrados no dia 10 de novembro, na prova de Ciências da Natureza - juntamente com conteúdos de química e de biologia. São 45 questões para avaliar o candidato nessas disciplinas. Baixe o aplicativo G1 Enem, jogo de perguntas e respostas Na reta final de preparo para o exame, o G1 lista os tópicos de física que mais foram cobrados nas últimas edições do Enem (2014-2018), com base em estudos do Poliedro e do SAS Plataforma de Educação. Mais abaixo, propõe que o candidato resolva cinco questões de anos anteriores, sobre os principais temas exigidos. Temas mais cobrados As provas de ciências da natureza, nos últimos cinco anos, tiveram, em média: 36,3% de questões de química 32,3% de questões de física 31,4% de questões de biologia Entre as questões de física, os temas mais abordados foram: Acústica: 11% Energia, trabalho e potência: 8,2% Resistores: 8,2% Calorimetria: 5,5% Impulso, quantidade de movimento e análise dimensional: 5,5% Introdução à ótica geométrica: 5,5% 'Minissimulado' Questão 1: mecânica Questão de física do Enem 2018 sobre mecânica Reprodução Questão 2: eletricidade e energia Questão de física do Enem 2017 sobre eletricidade e energia Reprodução Questão 3: ondulatória Questão de física do Enem 2016 sobre ondulatória Reprodução Questão 4: termologia Questão de física do Enem 2013 sobre termologia Reprodução Questão 5: ótica Questão de física do Enem 2015 sobre ótica Reprodução Gabarito 1. B 2. D 3. A 4. E 5. B Calendário No primeiro dia de prova, em 3 de novembro, serão aplicadas as provas de: linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias. duração: 5h30 No segundo domingo, dia 10 de novembro, será a vez das questões de: ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. duração: 5h
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22/10 - UnB abre inscrições para vestibular indígena com 85 vagas
Prazo vai até 11 de novembro. Podem participar candidatos indígenas que fizeram ensino médio em escolas públicas ou com bolsa de estudos. Aula em anfiteatro da Universidade de Brasília (UnB) Isa Lima/UnB Agência A Universidade de Brasília (UnB) abriu, nesta segunda-feira (21), as inscrições para o vestibular destinado a candidatos indígenas. São 85 vagas distribuídas em 38 cursos presenciais de graduação, para o primeiro e segundo semestres de 2020. As inscrições vão até o dia 11 de novembro, pelo site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe). Não há taxa de inscrição. A prova ocorre em 14 de dezembro. Podem concorrer candidatos indígenas que tenham cursado ou estejam cursando a maior parte do ensino médio em escolas da rede pública ou da rede particular, desde que com bolsa de estudos integral ou parcial de, no mínimo, 50%. A seleção será realizada por meio de prova objetiva e de redação em língua portuguesa, e de uma fase de entrevista pessoal. Além do Distrito Federal, também haverá aplicação de provas nas cidades de Barra do Bugre (MT), Caucaia (CE), Palmeira dos Índios (AL), Santa Isabel (AM), Tabatinga (AM) e Tarauacá (AC). Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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21/10 - UFJF divulga data para inscrições para trabalhar como fiscais no Pism 2020
As provas ocorrem nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro. Universidade Federal de Juiz de Fora Clara Downey/UFJF A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nesta segunda-feira (21) as datas para inscrições para trabalhar como fiscais de prova e apoio de serviços gerais no Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism) 2020. De acordo com a instituição, os interessados, que podem ser professores, técnico-administrativos em educação, estudantes e terceirizados dos dois campi, têm entre 29 de outubro e 4 de novembro para se candidatarem. As inscrições podem ser feitas diretamente através do Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (Siga) ou, para interessados que não têm acesso ao sistema, presencialmente, de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, das 9h às 12h, na Central de Atendimento. Os selecionados para trabalhar como fiscais receberão R$ 212,94 por dia de trabalho; o pessoal de apoio de serviços gerais recebe R$ 147,42 por dia trabalhado. As provas do Pism 2020 ocorrem nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro.
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21/10 - MEC cria sistema para integrar informações de estudantes e expedir carteirinha de identificação estudantil
A carteirinha de estudante é a principal fonte de recursos de entidades com UNE e Ubes, que cobram pela emissão. Governo criou sistema para fornecer documento gratuitamente. O Ministério da Educação (MEC) criou um sistema para integrar os dados de estudantes para expedir a carteirinha de identificação estudantil, gratuitamente. Até então, entidades estudantis – entre elas a União Nacional dos Estudantes (Une) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), entre outras –, eram quem forneciam os documentos, ao custo de R$ 35. Elas não estão impedidas de continuar fornecendo o documento. Bolsonaro assina MP que cria carteirinha estudantil digital, emitida pelo governo Meia-entrada: veja perguntas e respostas sobre o tema De acordo com a portaria publicada nesta segunda-feira (21), escolas e universidades deverão alimentar o banco de dados com informações como o nome completo do estudante, número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), data de nascimento, nome da instituição de ensino e modalidade de educação, histórico escolar, frequência do estudante, entre outros. O cadastro vai se chamar "Sistema Educacional Brasileiro" (SEB) e, além de ser base de dados para as carteirinhas, passará a subsidiar a formulação e o acompanhamento das políticas públicas, segundo a portaria. O documento poderá ser fornecido para estudantes da educação básica (dos ensinos infantil, fundamental e médio); educação tecnológica e do ensino superior e serve para garantir a meia-entrada em atividades de entretenimento. Em setembro, o MEC havia divulgado a criação de uma carteirinha de identificação estudantil emitida pelo governo. Agora, estabelece as diretrizes para implementar o documento. A intenção é que, em 47 dias, um aplicativo seja lançado para que a carteirinha também possa ser usada digitalmente, de acordo com o MEC.
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21/10 - Fotos de estudantes fazendo prova com caixa de papelão na cabeça para não 'colar' viralizam e causam polêmica na Índia
Escola diz ter implementado ideia com consentimento dos alunos e pediu desculpas pelo ocorrido. Fotos causaram polêmica nas redes sociais ANI/BBC Uma escola indiana pediu desculpas publicamente depois que imagens de seus estudantes fazendo uma prova com caixa de papelão na cabeça viralizaram nas redes sociais e geraram polêmica. O registro foi feito durante uma prova de química na "Bhagat Pre-University College", em Haveri, no Estado de Karnataka, no sul da Índia. Suicídios entre crianças e jovens de 10 a 24 anos cresce pelo 10º ano nos EUA Polônia quer condenar à prisão professor de educação sexual Segundo os estudantes, a ideia partiu da direção da escola para evitar que eles "colassem" durante a avaliação. Em entrevista à BBC Hindu, o serviço de notícias em hindu da BBC, MB Satish, funcionário do colégio, lamentou que a técnica tenha sido usada. Ele disse que a escola só implementou a medida em uma "base experimental" depois de ouvir sobre seu uso em outros lugares. Satish acrescentou ainda que tudo foi feito com o consentimento dos estudantes — na verdade, eles trouxeram suas próprias caixas de papelão de casa. Escola diz que medida foi aplicada com consentimento dos estudantes ANI/BBC "Ninguém foi obrigado a nada. Você pode ver na foto que alguns estudantes não estavam usando (a caixa de papelão na cabeça)", disse ele. "Alguns colocaram a caixão de papelão na cabeça e a removeram depois de 15 minutos, outros após 20 minutos e nós mesmos pedimos para todos removerem-na após uma hora." Logo após serem informadas sobre o ocorrido, autoridades indianas criticaram publicamente a prática. SC Peerjade, vice-diretor do Conselho de Educação pré-universitário local, descreveu a técnica como "desumana". Agente imobiliário paga dívidas de almoço de 400 estudantes "Quando recebi uma mensagem sobre isso, fui imediatamente para o colégio e ordenei à direção que interrompesse a prática", disse ele ao jornal Times of India. "Também dei uma advertência à direção da escola e estou avaliando uma ação disciplinar contra eles por implementar essa ideia". Os funcionários da escola disseram que cessaram a prática e estão cooperando com a diretiva do conselho escolar.
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21/10 - Inep anuncia 42ª universidade de Portugal a aceitar Enem no processo seletivo
Instituto de Estudos Superiores da Fafe firmou acordo com governo brasileiro. Regras para o uso da nota são definidas pelas instituições de ensino portuguesas. Nota do Enem passa a ser aceita por mais uma universidade de Portugal Maria Odília/Seduc/Divulgação O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou que mais uma universidade portuguesa usará a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para selecionar estudantes brasileiros. O Instituto de Estudos Superiores de Fafe (IESFafe), localizado na cidade de Fafe, é a 42ª instituição de ensino do país a estabelecer essa parceria. São as próprias universidades europeias que definem a forma de usar a nota do Enem - os pesos de cada área do conhecimento e as regras para inscrição. No convênio, o governo brasileiro não transfere recursos nem paga auxílios estudantis aos aprovados. Instituições parceiras Universidades de Portugal começaram a aceitar a nota do Enem em 2014. A primeira instituição a aderir ao convênio foi a Universidade de Coimbra, em maio daquele ano; em setembro, a Universidade de Algarve também estabeleceu uma parceria com o Brasil. Abaixo, veja a lista completa de universidades portuguesas que usam a nota do exame: Universidades de Portugal que aceitam o Enem Universidade de Coimbra (26/05/2014) Universidade de Algarve (18/09/2014) Instituto Politécnico de Leiria (24/04/2015) Instituto Politécnico de Beja (10/07/2015) Instituto Politécnico do Porto (26/08/2015) Instituto Politécnico de Portalegre (08/10/2015) Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (09/11/2015) Instituto Politécnico de Coimbra (24/11/2015) Universidade de Aveiro (25/11/2015) Instituto Politécnico de Guarda (26/11/2015) Universidade de Lisboa (27/11/2015) Universidade do Porto (09/03/2016) Universidade da Madeira (14/03/2016) Instituto Politécnico de Viseu (15/07/2016) Instituto Politécnico de Santarém (15/07/2016) Universidade dos Açores (04/08/2016) Universidade da Beira Interior (20/09/2016) Universidade do Minho (24/10/2016) Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (24/03/2017) Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (05/04/2017) Instituto Politécnico de Setúbal (05/04/2017) Instituto Politécnico de Bragança (06/04/2017) Instituto Politécnico de Castelo Branco (22/05/2017) Universidade Lusófona do Porto (25/05/2017) Universidade Portucalense (26/07/2017) Instituto Universitário da Maia (26/07/2017) Instituto Politécnico da Maia (06/10/2017) Universidade Católica Portuguesa (22/01/2018) Universidade Fernando Pessoa (26/02/2018) Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (27/04/2018) Instituto Leonardo da Vinci (27/04/2018) Escola Superior de Saúde do Alcoitão (23/05/2018) Universidade Lusíada (23/05/2018) Universidade Lusíada-Norte (23/05/2018) Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (21/09/2018) Escola Superior Artística do Porto (29/10/2018) Universidade Europeia (20/12/2018) Instituto Universitário de Lisboa (16/08/2019) Universidade Autônoma de Lisboa (16/08/2019) Instituto Politécnico da Lusofonia (16/08/2019) Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa (16/08/2019) Instituto de Estudos Superiores de Fafe (18/10/2019) Enem 2019: saiba as principais datas da prova e para que ela serve
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21/10 - Yduqs, ex-Estácio, compra dona da Ibmec por R$ 1,9 bilhão
Adtalem é o 10º maior grupo de ensino superior privado no Brasil com 102 mil alunos matriculados e 20 campi. Ibmec conta atualmente com cerca de 13 mil alunos Reprodução/Ibmec/Facebook A Yduqs, anteriormente conhecida como grupo Estácio, anunciou nesta segunda-feira (21) que fechou acordo para comprar os ativos da americana Adtalem no Brasil por R$ 1,92 bilhão. O portfólio da Adtalem no país inclui a escola de negócios Ibmec, além das marcas Damásio Educacional, Wyden, SJTMed e Clio. Em comunicado, a Yduqs afirmou que a transação consiste na aquisição de "100% das ações da Adtalem" e manutenção de da posição líquida de R$305 milhões do caixa do grupo em 30 de junho de 2019. O pagamento será realizado à vista na data de fechamento da transação, com recursos próprios e financiamentos. Em setembro, a Yduqs já havia anunciado a compra do Centro Universitário UniToledo, com sede em Araçatuba (SP), por R$ 102,5 milhões. Em comunicado, a Yduqs destacou que, além da adição de 102 mil alunos e 20 campi, a compra da Adtalem irá acrescentar “marcas fortes e complementares” ao seu portfólio e permitir o fortalecimento da companhia nas regiões Norte e Nordeste. Segundo a companhia, "as marcas adquiridas serão preservadas". A Yduqs afirmou que a aquisição não precisará ser aprovada por acionistas em assembleia nem dará direito de retirada, uma vez que será feita por meio de sua subsidiária Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá. A conclusão da transação, no entanto, depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A companhia, que hoje possui 576 mil alunos, informou que após a conclusão do negócio elevará o número para 678 mil e a receita anual da da companhia para cerca de R$ 4,48 bilhões.
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21/10 - Colégio Pedro II abre inscrições para processo seletivo de curso técnico de turismo e de libras
Aulas acontecerão nos campi do Humaitá, na Zona Sul do Rio, e em Niterói, na Região Metropolitana. Inscrição tem de ser feita pela internet até 29 de outubro. O Colégio Pedro II está com inscrições abertas para o processo que vai selecionar alunos para os cursos técnicos gratuitos de guia de turismo e tradução e interpretação em libras. São 72 vagas para o ano letivo de 2020. A inscrição deve ser feita pela internet até 29 de outubro. Os cursos são da modalidade Subsequente ao Ensino Médio. Ou seja, são de nível médio para quem já concluiu ou está terminando o terceiro ano em 2019. Os cursos são gratuitos e os alunos terão direito a alimentação gratuita no local. A taxa de inscrição é de R$ 60. E só depois de efetuado o pagamento a inscrição é confirmada. O edital do concurso também está disponível no site do colégio. O processo seletivo terá uma prova de múltipla escolha com dez questões de língua portuguesa e dez de matemática. A prova está marcada para 8 de dezembro. Para o curso de libras, a prova de português terá peso 2. O resultado final sai no dia 13 de janeiro. Das 72 vagas, 36 são para o curso de libras, no campus de Niterói, que terão aulas em horário integral, no período diurno. E 36, para o curso de guia de turismo, que será ministrado no campus do Humaitá, de segunda a sexta, no período noturno. Para o curso de turismo serão oferecidas aulas de inglês, francês e espanhol para que o futuro profissional tenha capacitação e fluência em língua estrangeira.
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21/10 - Vestibular 2020: Unicamp abre inscrições para 639 vagas em cursos de graduação com ingresso via Enem; veja edital
Prazo começa na manhã desta segunda-feira e segue até 21 de novembro, segundo comissão organizadora; confira regras. Provas do Enem 2019 ocorrem nos dias 3 e 10 de novembro. Estudantes durante provas do Enem, em Campinas Fernando Pacífico / G1 A Unicamp abre na manhã desta segunda-feira (21) o prazo de inscrições do Vestibular 2020 para 639 vagas oferecidas em cursos de graduação que usam como critério de seleção a nota obtida pelo candidato na realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição deste ano ou de 2018. As inscrições devem ser feitas pelo site da comissão organizadora (Comvest) até 17h do dia 21 de novembro, enquanto que o pagamento da taxa de R$ 30 (tentativa de ingresso exclusivo via Enem) deve ser realizado até 25 de novembro. Quem já se inscreveu para o vestibular tradicional precisa pagar R$ 15; e candidatos isentos no formato tradicional seguem como beneficiários nesta modalidade de seleção. Clique aqui e veja o edital sobre o processo seletivo Enem 2019: locais de prova estão disponíveis para consulta Segundo a Unicamp, a distribuição das vagas reservadas será da seguinte forma: 50% de cada curso ao segmento EP (escola pública); 25% de cada curso ao segmento PP (autodeclarados pretos e pardos); 25% de cada curso ao segmento EP+PPI (escola pública + autodeclarados pretos e pardos) "Para ter direito às cotas por critério étnico-racial, os estudantes autodeclarados pretos ou pardos deverão possuir traços fenotípicos que os caracterizem como negro, de cor preta ou parda. Caso aprovados, eles deverão assinar e entregar uma declaração no ato da matrícula, de acordo com o Edital. Os optantes pelas vagas indígenas também deverão apresentar a declaração", destaca a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest). Ainda segundo a universidade, candidatos que concluíram algum curso de graduação ou pós em instituição pública não podem concorrer nessa modalidade. As provas do Enem serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, dois domingos consecutivos. Nesta semana, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) liberou o acesso ao cartão de confirmação, com o local e o horário das provas. Para acessar o documento, é necessário digitar número do CPF e a senha cadastrada na inscrição na página do participante. Caderno de provas do Enem aplicado em 2018 G1 Múltiplas Inscrições Os interessados podem se inscrever, ao mesmo tempo, em mais de um dos sistemas de seleção oferecidos na Unicamp. Além da modalidade via Enem, há aplicação do vestibular tradicional, vestibular indígena e seleção de candidatos premiados em olimpíadas ou competições de conhecimentos. "Caso um candidato tenha sido convocado para matricula em cursos diferentes, na mesma chamada, no Vestibular 2020 e no Enem-Unicamp, o candidato fará opção, no momento da matrícula. Ao efetivar a sua matrícula em um dos sistemas, o candidato será excluído, automaticamente, da lista de classificação dos demais sistemas de ingresso. Caso esteja inscrito no mesmo curso, seja convocado em qualquer sistema e não realize matrícula, terá seu nome excluído das chamadas em outros sistemas", diz nota. Unicamp 2020: vestibular tem 3,4 mil inscrições a menos; índice de alunos da rede aumenta Unicamp 2020: com História entre mais concorridos, coordenador vê elo entre interesse e crise Convocação Segundo a Unicamp, nesta modalidade estão previstas até cinco chamadas para matrícula e o calendário é o mesmo do vestibular tradicional. Ela será realizada em duas etapas: as três primeiras virtuais (site da Comvest) e a partir da quarta chamada, de forma presencial, na unidade sede do curso. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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20/10 - Taxa de suicídios entre crianças e jovens de 10 a 24 anos cresce pelo décimo ano consecutivo nos EUA
Desde o início da década, o suicídio tira mais vidas nessa faixa etária do que o homicídio entre a população dos Estados Unidos; especialistas brasileiras dizem que geração atual de jovens é mais solitária e menos resiliente. Em 2010, a taxa de mortalidade por suicídio ultrapassou a marca de 10 a cada 100 mil habitantes entre a faixa etária de 10 a 24 anos nos Estados Unidos Pixabay Após dez anos consecutivos de alta, a taxa de mortalidade por suicídio nos Estados Unidos, considerando a faixa etária que abrange desde as crianças de 10 anos até os jovens de 24, ultrapassou pela primeira vez a marca dos dois dígitos. Em 2017, o país registrou 10,6 suicídios a cada 100 mil habitantes. Em comparação, a taxa de homicídios caiu após dois anos de alta, e ficou em 7,9 por 100 mil habitantes. Naquele ano, 6.769 moradores dos EUA nessa faixa etária tiraram suas vidas – 517 deles tinham entre 10 e 14 anos. Os dados foram publicados nesta semana pelo Centro Nacional de Estatísticas da Saúde (NCHS, na sigla em inglês). Pouco falada na universidade, prevenção ao suicídio vira tema de 2 cursos de pós-graduação no Brasil No Brasil, os dados mais recentes são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que estima que, em 2018, 11.314 pessoas de todas as idades cometeram suicídio. A taxa média nacional é de 5,4 a cada 100 mil habitantes. Considerando a população mais nova, entre 2000 e 2012 o aumento foi de 65% entre pré-adolescentes de 10 a 14 anos e de 45% entre adolescentes de 15 a 19. O Ministério da Saúde estimou que, em 2016, o país tenha registrado um caso de suicídio a cada 46 minutos. Suicídio x homicídio O estudo com dados específicos dos Estados Unidos foi feito pelas pesquisadoras Sally C. Curtin e Melonie Heron, da Divisão de Estatísticas Vitais do NCHS. Segundo elas, "a taxa de suicídio entre pessoas de 10 a 24 anos ficou estável entre 2000 e 2007, e depois aumentou 56% entre 2007 e 2017", de 6,8 para 10,6 a cada 100 mil habitantes. Compare acima as taxas de suicídios e homicídios nos Estados Unidos entre crianças de 10 anos e jovens de 24; em 2017, foram 10,6 suicídios por 100 mil habitantes e 7,9 homicídios a cada 100 mil pessoas Ana Carolina Moreno/G1 Os dados foram analisados também entre os três grupos que compõem essa parcela demográfica: as crianças e pré-adolescentes de 10 a 14 anos, os adolescentes de 15 a 19 anos e os jovens de 20 a 24 anos. As pesquisadoras ressaltaram que as taxas de suicídio são mais altas que as de homicídios em todos os três grupos dentro dessa faixa etária, e é atualmente a segunda causa de morte mais frequente em todos eles. No caso dos adolescentes e dos jovens, o homicídio está em terceiro lugar na lista de motivos que mais matam. Já entre as crianças de até 14 anos, a taxa de homicídios caiu 18% desde 2000, e atualmente é a quinta principal causa de morte – as demais causas de morte são, por exemplo, as doenças ou acidentes. Em 2017, 178 pessoas com idade entre 10 e 14 anos foram vítimas de homicídio no país. Gráfico mostra a variação nas taxas de suicídio e homicídio desde 2000 nos EUA para cada faixa etária do estudo Ana Carolina Moreno/G1 Geração da solidão Segundo especialistas brasileiras em suicidologia consultadas pelo G1, os números não são necessariamente surpreendentes porque acompanham uma tendência de vários anos. "[O número] não surpreende, mas ele choca, de a gente poder pensar por que crianças dessa idade estão pensando em morrer", afirmou Karen Scavacini, cofundadora do Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção do Suicídio. O fato de que a taxa de homicídio seja mais baixa entre as crianças, ou esteja em declínio em um país desenvolvido como os Estados Unidos, também segue uma tendência já esperada – a violência urbana costuma ser mais alta entre adolescentes e jovens, por exemplo. A psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, especialista em prevenção e posvenção ao suicídio, explica que, "quando queremos compreender os processos destrutivos, devemos atentar para a direção da agressividade, ou seja, quando a agressividade se volta contra si, o suicídio acontece. E, quando a agressividade se volta para fora, os homicídios acontecem". Se essa autodestruição afeta as gerações mais jovens, Karina diz que isso vai no contrafluxo do desenvolvimento humano. "A gente pensa que a criança e o adolescente seriam o futuro da nação, como a gente normalmente fala. O suicídio é uma morte que afronta o instinto de sobrevivência que teoricamente um adolescente poderia ter." As especialistas dizem que o suicídio é um fenômeno influenciado por uma série de fatores, e por isso não é simples reduzi-lo a uma única explicação. Porém, no caso da geração atual de crianças, adolescentes e jovens adultos, alguns fatores poddem ser o isolamento e falta de vínculos sociais, o uso excessivo e negativo da tecnologia e o preconceito que a saúde mental ainda sofre na sociedade, refletido também na falta de políticas públicas. No caso dos adolescentes e jovens, o uso abusivo de álcool e drogas também é citado, pois eles podem potencializar transtornos mentais. "Não posso generalizar para todos os jovens, mas, se a gente olhar essa geração como um todo, tem muitos jovens que não veem sentido em viver", afirmou Karen Scavacini, do Vita Alere. "Isso é muito grave, eles não entendem o porquê de a gente precisar passar por tristeza, porque a gente passa por coisas difíceis, e não têm esperança de que possa mudar." Suicídios de adolescentes: como entender os motivos e lidar com o fato Karina Fukumitsu, que neste ano colaborou na elaboração da "Campanha nacional de prevenção ao suicídio e à automutilação de crianças, adolescentes e jovens", do governo federal, diz que é "imprescindível" ampliar a conscientização para o problema de saúde pública e das redes de cuidados a vários grupos de pessoas. Não só as que tentam suicídio, mas também "aos sobreviventes, enlutados pelos suicídios e às pessoas que apresentam comportamento autolesivo", com planos de intervenção nos núcleos de assistência. Para ampliar o número de profissionais qualificados para lidar com o fenômeno do suicídio, as duas especialistas lançaram, neste ano, os dois primeiros cursos de especialização em prevenção ao suicídio no Brasil. Ligação gratuita O CVV é uma associação civil sem fins lucrativos que trabalha com prevenção ao suicídio, por meio de voluntários que dão apoio emocional a todas as pessoas que querem e precisam conversar. Eles recebem treinamento adequado e não precisam ter formação em psicologia. Todas as ligações são sigilosas. As ligações de prevenção de suicídio feitas para o Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio do número 188, passaram a ser gratuitas para todo o Brasil desde 2018, após assinatura de um convênio com o Ministério da Saúde. Suicídio: existe algum sinal? Como prevenir e conversar com meu filho sobre o tema? Initial plugin text
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19/10 - Com desbloqueio do MEC, instituições de SC planejam suspensão de restrições e retomada de atividades
Medidas para contenção de gastos não serão mais aplicadas a partir da próxima semana na UFSC. IFSC quer liberar editais. MEC desbloqueia orçamento contingenciado da Educação; instituições aguardam confirmação Com o desbloqueio total no orçamento das universidade e institutos federais anunciado pelo Ministério da Educação nesta sexta-feira (18), as instituições catarinenses planejam suspender medidas de restrição e retomar atividades que estavam paradas. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi liberado R$ 1,1 bilhão de reais – R$ 771 milhões para universidades e R$ 336 milhões para institutos federais. UFSC A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informou em nota que todas as medidas de contenção de gastos serão suspensas a partir da próxima semana. A Administração Central da instituição comunicou que foram liberados para a universidade R$ 29.021.965 milhões no final da tarde desta sexta. A UFSC também quer fazer a Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (Sepex) 2019, que havia sido suspensa. A previsão é que o evento ocorra no início do primeiro semestre de 2020. Porém, na nota, a universidade afirma que ainda aguarda a liberação de emendas parlamentares e verbas de capital. Outra decisão recente relacionada à instituição partiu dos alunos, que decidiram terminar a greve estudantil após 37 dias. IFSC O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) tem 22 unidades no estado e o bloqueio nos recursos feito em abril deste ano trouxe prejuízos. "A gente começou a ter algumas dificuldades de compra de insumos de laboratório e de sala de aula. A assistência estudantil foi prejudicada. A gente está com três chamadas para novos alunos suspensas, chamadas também de edital de eventos científicos, para que os alunos possam participar de editais, também estavam suspensas, a gente liberou uma essa semana. E com esse desbloqueio a gente pretende então liberar essas chamadas", disse a pró-reitora de Administração do IFSC, Aline Heinz Belo. UFFS No Oeste, na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), a expectativa é a mesma. Por lá, tinham sido bloqueados R$ 5,8 milhões. Por nota, a universidade informou que, se for liberado o dinheiro, pretende atender as pendências em insumos para laboratórios e áreas experimentais , em auxélio financeiro, editais vigentes e manutenção nos campi. Bloqueios Desde o início deste ano, o MEC já passou por dois "cortes": R$ 5,8 bilhões em abril e R$ 348,47 milhões em julho. Os bloqueios atingiram as universidades quando o Ministério da Educação reteve 30% dos recursos de custeio das universidades e institutos federais, em abril. Recursos de custeio se referem àquelas despesas correntes, como contas de luz, de água, as bolsas acadêmicas, insumos de pesquisa, compra de equipamentos básicos para laboratórios e pagamento de funcionários terceirizados. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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18/10 - Universidades do RS vão usar os R$ 100 milhões liberados pelo MEC para quitar dívidas e cumprir o ano letivo
Liberação de 100% do orçamento não altera a situação das bolsas de estudo, que permanecem congeladas. Dinheiro será usado para custeio de despesas como água e luz. UFRGS teve R$ 25 liberados e conseguirá concluir o ano letivo Secom/UFRGS O Ministério da Educação (MEC) anunciou, nesta sexta-feira (18), a liberação de cerca de R$ 1,1 bilhão para as universidades e institutos federais do país. No Rio Grande do Sul, as instituições terão acesso a cerca de R$ 100 milhões, que devem ser usados para custeio de despesas como água e luz. A liberação é para gastos ordinários de serviços básicos de cada instituição. O desbloqueio da verba não altera a situação de algumas bolsas de estudo de pós-graduação. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), existem, no Brasil, 87.018 bolsas ativas. Deste total, 7.699 bolsas permanecem congeladas, ou 8,4%. O que a coordenadoria destaca, no entanto, é que já foram desbloqueadas 3.861 desde o primeiro congelamento – um terço do contingenciamento total –, a maioria de cursos de notas altas (7, 6, 5 e alguns de nota 4). As que permanecem congeladas são de cursos de notas 3 para baixo. Verba será usada para pagar dívidas A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) recebeu, até o início de outubro, R$ 141 milhões, que representam 85% do orçamento aprovado para esse ano. Conforme o anúncio desta sexta, a universidade receberá mais R$ 25 milhões, os 15% do orçamento que ainda estavam bloqueados. Segundo a instituição, os recursos irão para o pagamento de energia elétrica, compra de material didático, pagamento de terceirizados e de demais contas já existentes. Em relação às bolsas de estudo de pós-graduação, gerenciadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ainda há indefinições. Já a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) terá liberado R$ 5,1 milhões que estavam contingenciados. A prioridade será o pagamento de bolsas e serviços essenciais. A universidade informou ao G1 que poderá retomar o planejamento anual, principalmente em relação às reformas para melhoria do campus e a construção do restaurante universitário, da clínica da família, da clínica escola de psicologia e da farmácia escola. Para a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Região Central, foram desbloqueados R$ 15 milhões, e para a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Sul do estado, mais R$ 11,5 milhões. Os institutos federais devem acessar, ao todo, R$ 28 milhões. O Instituto Federal do Rio Grande do Sul afirma que poderá adquirir material de consumo, fazer manutenções, pagar os recursos para custeio dos projetos de pesquisa e extensão e fazer até algumas capacitações. Outras instituições devem receber os mais de R$ 15 milhões restantes. Entenda o contingenciamento O Ministério da Educação anunciou, em abril, o bloqueio de 30% das despesas discricionárias de universidades e institutos federais. Em valores absolutos, R$ 2,4 bilhões bloqueados. O objetivo do contingenciamento de recursos, segundo o governo federal, era cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em setembro, porém, o MEC desbloqueou cerca de metade do que havia sido congelado. De lá para cá, foram liberadas quantidades menores de recursos, e, nesta sexta-feira, o restante. Para 2020, o orçamento é o mesmo deste ano.
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18/10 - Fuvest 2020 tem 129 mil inscritos; medicina da USP é o curso mais concorrido
Primeira fase será dia 24 de novembro. Instituição ainda não divulgou a relação candidato/vaga das carreiras. Primeira fase da Fuvest será dia 24 de novembro Celso Tavares/G1 O vestibular Fuvest 2020, que vai selecionar os candidatos para os cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP), tem 129.148 inscritos, considerando-se candidatos e “treineiros”, um aumento de 1% sobre a edição anterior, que teve 127.786 inscrições. Serão 117.019 candidatos que terão concluído o ensino médio no final deste ano, mais 12.129 treineiros. Segundo a Fuvest, as carreiras mais concorridas em 2020 são as três opões de medicina (nos campi de São Paulo, Bauru e Ribeirão Preto) - a instituição vai divulgar no dia 14 de novembro a relação candidato/vaga das carreiras. Já aquelas com o menor número de inscritos são Engenharia de Biossistemas (Pirassununga), Biblioteconomia e Ciência da Informação (Ribeirão Preto) e Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental (São Paulo). Ao todo serão disponibilizadas 8.317 vagas, sendo 5.424 pela ampla concorrência, 1.857 para alunos de escola pública, e 1.036 para candidatos pretos, pardos e indígenas (PPI) de escola pública. A primeira fase do vestibular ocorrerá no dia 24 de novembro e a segunda fase será nos dias 5 e 6 de janeiro de 2020. Assim como no ano passado, a segunda fase terá dois dias de provas, e não mais três, como era antigamente (veja o Manual do Candidato). Serão reservadas 45% das vagas (5% a mais do que no ano passado) de cada curso para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Também haverá seleção de vagas por meio do Sisu. Primeira fase Data: 24 de novembro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 5h Saída liberada a partir das: 17h Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha, algumas interdisciplinares, de Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português e Química. Segunda fase Datas: 5 e 6 de janeiro Abertura dos portões: 12h30 Fechamento dos portões: 13h Duração: 4h por dia Saída liberada a partir das: 16h Conteúdo: 5/1- português (10 questões) e redação; 6/1 - 12 questões de duas, três ou quatro disciplinas, de acordo com a carreira escolhida. Para algumas carreiras, há prova de Habilidades Específicas de caráter eliminatório e classificatório. Livros (leitura obrigatória) Poemas Escolhidos – Gregório de Matos; Quincas Borba – Machado de Assis; O cortiço – Aluísio Azevedo; A relíquia – Eça de Queirós; Minha vida de menina – Helena Morley; Angústia – Graciliano Ramos; Claro enigma – Carlos Drummond de Andrade; Sagarana – João Guimarães Rosa; Mayombe – Pepetela
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18/10 - Ministro da Educação anuncia descontingenciamento total no orçamento de universidades e institutos federais
O valor liberado para as instituições de ensino federais é R$ 1,1 bilhão. Governo anuncia liberação de verbas para Universidades e Institutos Federais de Ensino O ministro da educação, Abraham Weintraub, anunciou nesta sexta-feira (18) o descontingenciamento total no orçamento das universidade e institutos federais bloqueados neste ano. Segundo o ministro, foi liberado R$ 1,1 bilhão de reais – R$ 771 milhões para universidades e R$ 336 milhões para institutos federais –, após um remanejamento interno no orçamento da pasta. O MEC não informou quais áreas perderam recursos nesta troca. "No começo, a economia estava muito fraca", disse o ministro. "Tivemos que sinalizar para o mercado uma série de compromissos com a responsabilidade fiscal, uma boa gestão, com a reforma da previdência, a nova previdência que está terminando. E tudo isso, lá atrás, eu havia dito, e falei como economista e não como ministro, que tudo isso teria sim impacto positivo na economia, a arrecadação subiria, o nível de atividade subiria, os empregos seriam criados e a gente poderia descontingenciar", afirmou Weintraub. Entenda o corte de verba das universidades federais e saiba como são os orçamentos das 10 maiores Contingenciamentos Desde o início deste ano, o MEC já passou por dois "cortes": R$ 5,8 bilhões em abril e R$ 348,47 milhões em julho. Os bloqueios atingiram as universidades quando o Ministério da Educação reteve 30% dos recursos de custeio das universidades e institutos federais, em abril. Recursos de custeio se referem àquelas despesas correntes, como contas de luz, de água, as bolsas acadêmicas, insumos de pesquisa, compra de equipamentos básicos para laboratórios e pagamento de funcionários terceirizados. A porcentagem bloqueada correspondia a um total de R$ 2,4 bilhões de reais, o que representou 3,5% do orçamento total das universidades ou 24,84% das despesas de custeio. Em setembro, o ministro anunciou a liberação de R$ 1,156 bilhão para universidades e institutos federais de ensino. Agora, há a liberação de mais R$ 1,1 bilhão. 'Balbúrdia' No primeiro semestre, após o anúncio do contingenciamento para instituições de ensino federais, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou ao jornal Estado de S.Paulo que iria cortar recursos de universidades que não apresentassem desempenho acadêmico esperado e, ao mesmo tempo, estivessem promovendo "balbúrdia" em seus campi. De acordo com a declaração de Weintraub à reportagem do Estado de S.Paulo, as universidades têm permitido que aconteçam eventos políticos, manifestações partidárias ou festas inadequadas ao ambiente universitário em suas instalações. A declaração desencadeou uma série de manifestações de protesto e atos no país. Questionado durante a coletiva, o ministro disse que não se arrependeu do que disse. “Não me arrependo. Pela primeira vez tem um governo que tem respeito pelo governo do pagador de imposto. As universidades são caríssimas. Tem universidade que custa quase 4 bilhões por ano para o pagador de imposto. Estou pedindo transparência e respeito com o dinheiro de quem paga imposto. Universidade não e lugar para fazer festa onde morre gente, não é pra produzir metanfetamina e nem plantar maconha. Universidade é lugar de pesquisa e ensino”, afirmou.
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18/10 - Em assembleia, estudantes da UFSC decidem encerrar greve
Greve aprovada em setembro foi motivada por bloqueios no orçamento do MEC e programa Future-se. Colegiado da UFSC deve definir reunião para reposição de aulas e atividades. Assembleia decide encerrar greve dos estudantes na UFSC Os estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) decidiram em uma assembleia na tarde de quinta-feira (17) em Florianópolis encerrar a greve, após 37 dias. Segundo a chefia de Gabinete da instituição, até as 8h30 desta sexta-feira (18) a universidade não havia recebido o comunicado oficial do Diretório Central dos Estudantes (DCE) sobre a medida. Entre os argumentos apresentados na reunião dos estudantes realizada às 18h no auditório da Reitoria no campus da Trindade estava o fato de alunos de outras universidades federais do país não terem aderido ao movimento. Com isso, com 324 votos a favor e 240 contrários, o grupo aprovou o retorno às aulas. Os estudantes da universidade estavam em greve desde o dia 11 de setembro, que foi aprovada um dia antes em assembleia estudantil motivada contra os bloqueios no orçamento do Ministério da Educação (MEC), contra o programa Future-se e em defesa das universidades filantrópicas que estariam ameaçadas pela Reforma da Previdência, segundo a União Nacional dos Estudantes (UNE). Assim que o movimento iniciou, cerca de 50 cursos chegaram a ser afetados pela paralisação estudantil. O gabinete da Reitoria não tinha informações na manhã desta sexta-feira sobre quantos cursos ainda estavam sem aulas. Desde o início da greve os alunos realizaram aulas públicas, entrega de panfletos, reuniões e atos na instituição e também protestos com barricadas em frente aos portões da universidade. Reposição de atividades Na sexta-feira passada (11), a UFSC publicou uma resolução normativa com medidas para a reposição das atividades nos cursos de graduação e de pós-graduação, do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) e do Colégio de Aplicação (CA). A resolução está sujeita à aceitação do colegiado, que deve ter data para reunião definida nesta sexta (18). Veja mais notícias do estado no G1 SC
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18/10 - Governo populista da Polônia quer condenar à prisão professor de educação sexual
Milhares de poloneses protestaram contra esse projeto, considerado por eles 'medieval', 'obscurantista' e 'reacionário', nas principais cidades do país. Manifestantes se reuniram em frente ao Parlamento de Varsóvia para protestar contra o projeto de lei que penaliza a educação sexual nas escolas polonesas. Kacper Pempel/Reuters Os deputados do partido ultraconservador polonês Lei e Justiça (PiS), vitoriosos nas eleições legislativas de domingo (13), aprovaram nesta semana um projeto de lei controverso penalizando a educação sexual nas escolas. Uma emenda ao texto original aumentou de 3 para 5 anos de prisão a pena contra os infratores. Na noite de quarta-feira (16), milhares de poloneses protestaram contra esse projeto, considerado "medieval", "obscurantista" e "reacionário", nas principais cidades do país. A proposta de criminalizar a educação sexual no ensino público polonês é uma iniciativa da associação pró-vida "Pro-prawo do Zycia". Seus militantes, católicos ultraconservadores, afirmam que as aulas sobre a sexualidade humana "depravam" as crianças, estimulam a masturbação e a homossexualidade. Uma visão ideológica semelhante à defendida por evangélicos integrantes do governo de extrema direita do presidente Jair Bolsonaro. A polonesa Antonina Lewandowska dá aulas de educação sexual em escolas de Varsóvia. Ela nega fazer um trabalho de endoutrinamento das crianças. "Nós ensinamos de forma transparente o que é a sexualidade, as diversas orientações sexuais, os métodos de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis e de contracepção", relata. Segundo a educadora, durante as aulas, ela também aborda a questão do consentimento às relações sexuais e os procedimentos para denunciar eventuais agressões. Uma lei em vigor obriga as escolas polonesas a oferecer a educação sexual como disciplina opcional no currículo. Porém, como a sociedade polonesa é majoritariamente católica e conservadora, esses cursos são pouco frequentados pelas crianças e adolescentes do país. A reportagem da RFI conservou com Anita, uma estudante do ensino médio de 15 anos que esteve na manifestação de quarta-feira em Varsóvia. "Tenho amigos católicos ultraconservadores. Os pais deles dizem que a educação sexual na escola é uma coisa ruim e não explicam nada para eles, não dão nenhuma orientação. Por isso, é importante ter esse tipo de aula na escola. Esse projeto de lei não deve ser aprovado", afirma. Por enquanto, o projeto de lei foi enviado a uma comissão parlamentar. Se for aprovado, os defensores da manutenção das aulas, como a educadora Antonina, pretendem apresentar uma queixa à Corte Europeia de Direitos Humanos. "Contrarrevolução cultural" O governo populista de direita da Polônia promove, desde 2015, uma "revolução patriótica" no Estado. No ano passado, o PiS impôs uma reforma da educação que prioriza a história nacional nos currículos escolares, defende os valores cristãos e da tradição familiar, numa espécie de “contrarrevolução cultural” em relação ao passado comunista do país. Apesar dos recentes escândalos de abuso sexual contra menores envolvendo padres na Polônia, o governo não deixa de apoiar a Igreja Católica. Como resposta aos escândalos, ao invés de pressionar por investigações, passou ao contra-ataque, escolhendo como alvo o movimento LGBT, que foi declarado pela liderança governista como inimigo da família, da pátria polonesa e da tradicional cultura cristã. Como ocorre atualmente no Brasil, existe uma polarização entre setores que apoiam essa ideologia ultraconservadora do PiS e os defensores de valores democráticos, do estado de direito, da liberdade de expressão e da mídia.
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18/10 - MEC reformula proposta do Future-se e diz que lançará nova consulta pública até o dia 28
Nova versão começou a circular nesta quarta-feira (16), cita a 'obediência à autonomia universitária' e abandona ideias como permitir que hospitais universitários cobrem pelo atendimento a pessoas com plano de saúde privado; veja as principais mudanças. Três meses após o lançamento da proposta do Future-se, o Ministério da Educação (MEC) reformulou o documento inicial e passou a divulgar, nesta semana, uma nova versão da proposta. Ao G1, a pasta confirmou a versão reformulada na tarde desta quarta-feira (16), ressaltando que ela ainda está recebendo contribuições e análise técnica, e afirmou que pretende submeter o documento em uma nova consulta pública até o dia 28 de outubro. Apresentado pela primeira vez em julho, o Future-se é uma proposta do governo federal para ampliar as fontes de financiamento das universidades e instituto federais – a ideia é manter o orçamento anual das instituições, aprovado sempre pelo Congresso Nacional, mas alterar leis para expandir as possibilidades de captação de recursos, incluindo a possibilidade de contratação de organizações sociais para a execução de atividades. A proposta tem sido debatida em várias universidades federais, e recebeu críticas principalmente pelo fato de ser pouco detalhada e de trazer possíveis riscos à autonomia da gestão financeira das instituições. Desde julho, as universidades federais têm se reunido para discutir a proposta do Future-se, como nessa roda de diálogos na UFRPE Lara Medeiros/Aduferpe Versão mais enxuta Mais enxuta, a nova versão cita a "obediência à autonomia universitária" como o primeiro de seus quatro preceitos, deixa de lado menções explícitas a temas como a governança e a gestão das universidades e institutos federais e abandona algumas ideias originais, como liberar os hospitais universitários para cobrar pelo atendimento a pessoas com plano de saúde privado. Entenda abaixo as principais mudanças entre a primeira e a segunda versões divulgadas pelo MEC. Clique aqui para baixar o novo anteprojeto do Future-se (trata-se da versão de 16/10/2019, que ainda não é a final) 1- Eixos do programa COMO ERA A VERSÃO INICIAL: O Future-se foi estruturado em três eixos: Governança, gestão e empreendedorismo Pesquisa e inovação Internacionalização O QUE DIZ A VERSÃO ATUAL: O programa continua mantendo três eixos, mas a ordem deles foi alterada e as menções à governança e à gestão foram retiradas: Pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação Empreendedorismo Internacionalização O secretário de Educação Superior, Arnaldo Barbosa Lima Junior, durante a apresentação do Future-se Luis Fortes/MEC 2- Entidades privadas participantes COMO ERA A VERSÃO INICIAL: Apenas organizações sociais (OS) foram citadas na minuta original como entidades de caráter privado e fins sociais aptas a participarem do Future-se, celebrando contratos para prestarem serviços diversos às instituições. Inicialmente, a ideia era que apenas as OS já qualificadas pelo MEC e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) poderia participar "num primeiro momento", afirmou Arnaldo Barbosa de Lima Junior, secretário de Educação Superior (Sesu), na época do lançamento do programa. Além das OS, outras entidades que poderiam ser criadas no âmbito das instituições com incentivo do Future-se são as Sociedades de Propósito Específico (SPE) e as startups. O QUE DIZ A VERSÃO ATUAL: Conforme Lima Junior já havia anunciado em agosto, o Future-se passa a incluir no texto do anteprojeto as fundações de apoio como uma alternativa às organizações sociais para a execução das atividades dos três eixos. Essas fundações são criadas dentro das universidades com o objetivo de servirem de intermédio entre a academia e a sociedade, principalmente no desenvolvimento de projetos científicos e tecnológicos. A ausência delas foi criticada pelo Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies). Na época do lançamento do Future-se, o MEC afirmou que a natureza jurídica das fundações impediria que elas pudessem participar. Depois, a pasta admitiu que fundações pudessem se qualificar como OS para serem incluídas no programa. Na versão atual, porém, o MEC incluiu a possibilidade de celebração de contratos entre as universidades e as fundações, citando duas leis já vigentes. Fernando Peregrino, presidente do Confies, afirmou ao G1 nesta quinta-feira (17) que o comitê de juristas que analisou o Future-se recomendou a inclusão das fundações à proposta, e disse que a nova versão "traz avanço em relação à primeira", inclusive pelo fato de não citar as OS como únicas gestoras. Mas ele diz ser a favor de retirar as OS do projeto. "Somos contra o modelo de OS para as IFES, pois elas cumprem obrigações rígidas e comandos externos e que podem comprometer a autonomia universitária." Além das OS e da entrada das fundações de apoio, as SPE e as startups também seguem contempladas na nova versão. 3- Estrutura dos contratos COMO ERA A VERSÃO INICIAL: A ideia original do MEC era que o Future-se se baseasse em "contratos de gestão" que fossem firmados entre a União e cada instituição com uma ou mais organizações sociais (OS) – o número delas não estava definido. Os contratos serviriam para uma série de atividades, desde administrativas a atividades de ensino, desde que dentro das finalidades das OS. Na primeira proposta, os contratos de gestão eram mais detalhados, incluindo um plano de ação e diretrizes na governança e na gestão da política de pessoal. O QUE DIZ A VERSÃO ATUAL: A nova versão estipula que a União firmará um contrato com cada instituição, e cada documento terá uma série de metas. Uma lista de indicadores será definida para acompanhar o cumprimento da meta. O MEC não informou ao G1 se esses indicadores se referem ao desempenho de gestão, financeiro ou acadêmico, e reforçou que "os indicadores serão construídos após reunião com as instituições e serão fixados no contrato de desempenho considerando as peculiaridades de cada uma". Para atingir suas metas dentros dos três eixos, a universidade participante poderá contratar diretamente as fundações de apoio ou organizações sociais. 4- Contrapartidas COMO ERA A VERSÃO INICIAL: A versão do Future-se lançada em 17 de julho dizia que a adesão de cada universidade seria voluntária, mas que não haveria diferentes graus de participação: era "ou tudo ou nada" para poder acessar os recursos financeiros alternativos que o programa buscaria. As condições de adesão implicavam ainda que as instituições se submetessem a um "comitê gestor" responsável por definir diretrizes de ação, avaliar o desempenho e inclusive definir qual seria o critério para que docentes pudessem se candidatar ao cargo de reitor. Esse foi um dos elementos para que a proposta recebesse críticas e objeções sobre os riscos do Future-se para a autonomia das instituições. O QUE DIZ A VERSÃO ATUAL: No documento divulgado em 16 de outubro, não há mais menção a um "comitê gestor". No entanto, os elementos do contrato entre a instituição de ensino e a União, que será celebrado com intermédio do MEC, não foram detalhados – a pasta diz que eles serão definidos "conjuntamente" com cada instituição. Uma versão anterior à divulgada pelo MEC, produzida pelo comitê de juristas criado pelo ministério e que circulou internamente no início da semana, obrigava que todas as instituições promovessem "redução de despesa com pessoal", e que as universidades seriam "ouvidas", mas quem estabeleceria os indicadores de desempenho era o MEC. Em troca, um dos benefícios seria a "concessão de bônus para servidores". A proposta atual do Future-se eliminou qualquer menção a despesa com pessoal e também o benefício de bônus eventuais. Agora, a contrapartida para quem decidir celebrar o contrato do Future-se será o acesso aos "benefícios especiais", que incluem recursos de fundos patrimoniais. Na opinião de Peregrino, do Confies, ressalta que os contratos por desempenho são semelhantes ao que já existe na Lei das Organizações Sociais, e considera "perigoso" trocar metas por recursos financeiros. "A transferência do recurso orçamentário poderá vir como contrapartida à obediência das metas que, segundo a proposta, serão ditadas pelo MEC", o que pode comprometer a autonomia, diz ele. O Future-se foi lançado em 17 de julho para incentivar captação de verba privada em universidades públicas 5- Fontes adicionais de financiamento COMO ERA A VERSÃO INICIAL: A proposta de julho falava sobre a criação de um "fundo, vinculado ao Ministério da Educação, com a finalidade de possibilitar o aumento da autonomia financeira das Ifes [Instituições Federais de Ensino Superior]", e também em incentivar práticas como a cessão de "naming rights", a comercialização de produtos, a criação de fundos patrimoniais (conhecidos como 'endownment') e a gestão de imóveis como formas alternativas de complementar o orçamento das instituições. O MEC também tentou incluir uma mudança nas permissões de atendimento da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, a EBSERH, e sugeriu que os hospitais universitários pudessem cobrar pelo atendimento médico aos pacientes que têm plano privado de saúde. MEC desistiu de usar o Future-se para permitir que hospitais universitários como o da UFJF (na foto) cobrem pela consulta de pacientes com convênio privado Alexandre Dornelas/UFJF O QUE DIZ A VERSÃO ATUAL: O novo texto derrubou a ideia de cobrança por atendimento médico nos hospitais universitários, mas manteve as principais sugestões de fontes alternativas de financiamento e detalha os dois principais fundos propostos: o Fundo Patrimonial do Future-se e o chamado Fundo Soberano do Conhecimento. O primeiro será gerido por uma instituição privada sem fins lucrativos e o segundo, por uma instituição financeira. Nos dois casos, o MEC diz que não fará licitação para a escolha da instituição. Ao G1, a pasta afirmou que o objetivo é "a escolha da melhor instituição para exercer essa função", e disse que "a menção à dispensa de licitação não significa que não haverá seleção". O Fundo Patrimonial do Future-se, de acordo com o documento, segue uma medida provisória assinada pelo ex-presidente Michel Temer em 2018 e convertida na Lei 13.800 em janeiro de 2019. O presidente da Confies ressalta, porém, que essa lei fala sobre "doações de pessoas físicas e jurídicas privadas para programas, projetos e demais finalidades de interesse público", mas o Future-se diz que o fundo poderá ser composto também de doações de pessoas jurídicas, nacionais ou estrangeiras, de direito público, como a União, os estados e municípios. Para permitir doações de recursos públicos, o Future-se propõe mudar a Lei 13.800, incluindo um artigo especificando que, caso haja "previsão em lei específica" (como o caso do próprio Future-se), a transferência de recursos da administração pública pode ser feita a fundos patrimoniais. "Não há alavancagem assim, vindo do público, há apenas transferência de mão, e aqui nega-se o objetivo do próprio Future-se", ressaltou Peregrino. 6- Alterações de leis vigentes Inicialmente, o MEC previa alterar um total de 17 leis. Após três meses de divulgação do projeto, a nova versão inclui a alteração de 15 leis. A maior parte delas continua a mesma, incluindo a Lei de Diretrizes e Bases. Mas o MEC desistiu de mudar quatro leis que estavam no plano original, e incluiu outras duas que não estavam na mira do primeiro texto. LEIS QUE O MEC DESISTIU DE ALTERAR: Lei 12.772/2012, que estrutura o Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal Lei 9.637/1998, sobre a qualificação de entidades como organização social Lei 11.196/2005, com regras sobre regime especial de tributação Lei 12.550/2011, que criou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) LEIS NOVAS QUE O MEC INCLUIU NO FUTURE-SE: Lei 11.091/2005, que estrutura o Plano de Carreira dos servidores técnico-administrativos das federais: a nova versão do Future-se propõe expandir a lista de atribuições dos servidores para incluir a tarefa de "coordenar projetos de ensino, pesquisa e extensão, desde que a atuação seja restrita às atividades administrativas de gestão" Lei 13.800/2019, que determina regras para parcerias da administração pública com organizações gestoras de fundos patrimoniais: nesse caso, o objetivo da proposta é permitir que recursos públicos possam ser doados a fundos patrimoniais caso isso esteja previsto em uma lei específica LEIS QUE SEGUEM ALTERADAS NA VERSÃO ATUAL: O MEC manteve a alteração de outras 13 leis em vigor, inclusive um artigo da Lei de Diretrizes e Bases que diz respeito às instituições privadas de ensino superior. Assim como na primeira versão, o Future-se prevê que a tarefa de validação de diplomas de ensino superior emitidos por instituições estrangeiras não fique só restrita às instituições públicas brasileiras, mas também possa ser executada pelas particulares. Ao G1, o MEC ressaltou que "o Future-se propõe maior celeridade no reconhecimento dos diplomas estrangeiros, que é um procedimento ainda moroso no Brasil", e disse que "a possibilidade de que universidades privadas de alto desempenho façam o reconhecimento somente será viabilizada no caso dos respectivos cursos possuírem nota máxima nas avaliações realizadas pelo MEC". Em agosto, o secretário Arnaldo Barbosa Lima Junior afirmou que esse artigo vale também para os cursos de medicina, uma medida que já foi criticada pela Associação Médica Brasileira. Além da LDB, a maior parte das alterações jurídicas que o Future-se manteve segue com poucas alterações em relação ao texto original. Uma das exceções é a Lei 10.973, que foi aprovada há quase 15 anos com o objetivo de incentivar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. A lei define regras de funcionamento para as Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs), entidades que podem ser públicas ou privadas sem fins lucrativos que promovem o desenvolvimento tecnológico atendendo a demandas empresariais. Inicialmente, a proposta do MEC previa diversas alterações no texto da lei, mas a versão atual se resume a apenas um parágrafo: Trata-se de um adendo ao artigo que permite que contratos entre as ICTs e outras entidades de apoio ou fomento celebrados com entidades nacionais de direito privado sem fins lucrativos "poderão prever recursos para cobertura de despesas operacionais e administrativas". Segundo o novo texto proposto pelo MEC, essa previsão de recursos "aplica-se às organizações sociais, às sociedades de propósito específico e às startups, participantes do Programa Future-se", o que pode limitar o acesso a fontes de recursos já existentes às instituições que escolham pela não adesão ao programa. A proposta atual do MEC estipula ainda que, caso o projeto de lei seja aprovado e sancionado, as universidades terão 12 meses para aderir ao Future-se, mas existe a previsão de que esse prazo seja prorrogado. Initial plugin text
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17/10 - Udesc divulga resultado de eleição para reitor
Dilmar Baretta e Luiz Antonio Ferreira Coelho receberam 55,28% dos votos válidos. Votação ocorreu na quarta-feira (16). Professores Dilmar Baretta e Luiz Antonio Coelho foram os mais votados na eleição da Udesc Divulgação Os professores Dilmar Baretta e Luiz Antonio Ferreira Coelho receberam 55,28% dos votos válidos na eleição para reitor e vice-reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A votação ocorreu na quarta-feira (16). Agora, o resultado deve ser publicado pela comissão eleitoral e passar por outras etapas. A chapa concorrente, formada pelos professores Emerson César de Campos e Cintia Aguiar, obteve 44,72% dos votos válidos. Participam da votação professores, servidores e alunos da Udesc. "Estamos com muitos planos para a nova gestão. Contamos com o apoio de toda a comunidade acadêmica para avançarmos em termos de excelência na universidade", disse Baretta após o resultado. Dilmar Baretta é professor do Departamento de Zootecnia do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), em Chapecó. Era diretor-geral desde 2016 e foi diretor de Pesquisa e Pós-Graduação de 2010 a 2016. Luiz Antonio Ferreira Coelho é professor do Departamento de Matemática do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) em Joinville, no Norte do estado, onde foi diretor de Pesquisa e Pós-Graduação de 2004 a 2005 e de 2012 a 2016. Processo eleitoral A universidade informou que a Comissão Eleitoral Central da Udesc vai se reunir na segunda (21) para fazer a publicação do resultado da eleição. As duas chapas entraram com pedidos de impugnação de candidatura contra os adversários. Essas solicitações serão analisadas por integrantes da comissão antes da publicação do resultado. Depois desse trabalho da comissão, o órgão fará uma ata com relatório do processo eleitoral e tudo será encaminhado ao atual reitor, Marcus Tomasi, para aprovação do Conselho Universitário. Em seguida, o material será levado ao governador Carlos Moisés (PSL) para nomeação e posse. Votação Para a eleição, foram usadas 82 urnas eletrônicas do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC). A votação ocorreu das 9h às 21h nos 12 centros de ensino da Udesc, em vários lugares do estado, e na Reitoria, localizada em Florianópolis. Participaram da votação 4.770 o que representa 34,48% do colégio eleitoral da Udesc. Exerceram o direito ao voto 85,85% dos professores, 86,96% dos técnicos e 27,93% dos alunos. Para o resultado, o voto dos professores representa 50%, o dos técnicos, 25% e o dos alunos, 25% também. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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17/10 - Marcos Pontes prevê liberação de R$ 250 milhões para pagar bolsas do CNPq até o final do ano
Ministro da Ciência e Tecnologia afirmou que R$ 157 milhões devem ser liberados nos próximos dias pela Economia. Os R$ 93 milhões restantes precisam ser aprovados pelo Congresso. Ministro Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia, deu entrevista coletiva nesta quinta-feira (17) Pedro Gomes/G1 O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, disse nesta quinta-feira (17) que devem ser liberados R$ 250 milhões para o pagamento de bolsas de pesquisadores do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Com os recursos, todas as bolsas de pesquisa referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro deverão ser pagas, nas contas do ministro. O ministro explicou que R$ 157 milhões virão de uma suplementação orçamentária que deverá ser feita por uma portaria Ministério da Economia. Pontes acredita a autorização deve ser assinada pelo ministro Paulo Guedes nos próximos dias. Os outros R$ 93 milhões ainda precisam de uma autorização do Congresso Nacional, por meio de um projeto de lei. Pontes diz achar “muito improvável” que os parlamentares não aprovem a liberação do dinheiro. “Havia uma preocupação muito grande com o pagamento das bolsas do CNPq. São 84 mil pesquisadores desde iniciação científica até pesquisadores seniores na espera desse resultado. Os pesquisadores podem dormir sossegados, e eu também, até o final do ano”, afirmou o ministro Marcos Pontes. Em setembro, para garantir as bolsas de pesquisa, o CNPq tirou R$ 82,5 milhões da área de fomento para suprir o pagamento a pesquisadores. “Confesso que fiquei muitas noites sem dormir. Assim como eu imagino que muitos bolsistas também. Você depende daquele recurso para continuar sua pesquisa e para sobreviver. Na verdade, essas bolsas têm dedicação exclusiva”, disse Pontes. “Nós tivemos como uma herança do orçamento que foi feito no ano anterior. Por lei, o recurso que nós tínhamos para o CNPq vencia em agosto, com pagamento em setembro”, concluiu. Fusão de CNPq e Capes Pontes também comentou a possibilidade de fusão entre o CNPq e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Segundo o ministro, a ideia partiu do Ministério da Educação, em um documento enviado à pasta de Ciência e Tecnologia. A justificativa apresentada foi economia de recursos. Pontes disse que as equipes dos ministérios vão se reunir para conversar sobre o tema. Segundo ele, o Ministério da Ciência e Tecnologia é a junção, por entender que as duas entidades têm funções diferentes. De acordo com o ministro, uma fusão entre os dois órgãos é "extremamente improvável". O CNPq financia pesquisas tecnológicas e inovação, enquanto a Capes atua mais no desenvolvimento da educação e dos professores. “Recebemos a proposta do MEC com relação a esses estudos de junção da Capes com o CNPq, e uma [entidade] resultante ficando no MEC. É possível a convivência, como já tem sido, das duas agências, cada uma com sua tarefa e um trabalho administrativo de gestão para reduzir os custos”, disse Pontes.
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17/10 - Governo promete liberar verba suficiente para pagar bolsas do CNPq neste ano
Ministro Marcos Pontes, de Ciência e Tecnologia, afirma que os recursos para 2019 estão garantidos. Seriam liberados mais R$ 250 milhões, segundo a pasta, valor que falta para o CNPq conseguir fechar o ano. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) afirmou nesta quinta-feira (17) que conseguirá levantar os R$ 250 milhões que faltavam para o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) neste ano. Se confirmado o anúncio, essa verba permitirá à agência de pesquisa e fomento cumprir com seus pagamentos de bolsas até o fim de 2019. Segundo a pasta, foi efetuada uma "suplementação à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019" para pagamento das bolsas para outubro, novembro e dezembro. Marcos Pontes sobre bolsas do CNPq: 'Se não tiver orçamento, eu não tenho como pagar' Uma parte dos recursos (R$ 156.957.523) será enviada por meio do Ministério da Economia. O ministro Paulo Guedes irá assinar uma portaria "nos próximos dias", de acordo com Pontes. Será uma "portaria de suplementação" para suprir o pagamento das bolsas nos próximos dois meses (outubro e novembro). No entanto, outra parte (R$ 93.042.477) será obtida por meio do Projeto de Lei (PLN) n° 41, enviado ao Congresso Nacional em 15 de outubro e que, portanto, depende de aprovação do parlamento. "Com a aprovação desse PLN, esses R$ 93 milhões vão ser usados no pagamento de bolsas. Provavelmente em dezembro teremos esse recurso", disse Pontes à imprensa. "Esses recursos estão garantidos. Os mais de 80 mil bolsistas e eu podemos dormir um pouco mais tranquilos", acrescentou. Pontes disse que a não aprovação do PLN é "extremamente improvável". "O Congresso tem sensibilidade sobre a importância da Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento do país", disse o ministro. "Eles têm ressaltado a necessidade do investimento em Ciência e Tecnologia." Marcos Pontes toma café da manhã com jornalistas em 17 de outubro José Cruz/Agência Brasil Remanejamento de verbas No início de setembro, o Ministério de Ciência e Tecnologia anunciou o remanejamento de R$ 82 milhões do orçamento do CNPq. Mas, para os pagamentos de novembro, dezembro e janeiro, o ministério teria de conseguir R$ 248 milhões adicionais. O CNPq também anunciou, no fim de setembro, ter conseguido recursos junto ao Ministério da Economia para os pagamentos de bolsas de setembro, liberando recursos do próprio CNPq que estavam contingenciados. Segundo o governo, a proposta de lei orçamentária já prevê recursos suficientes para o CNPq em 2020.
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17/10 - Comissão da Câmara aprova mais R$ 600 milhões para o orçamento 2020 da Capes
Liberação de verba ainda precisa passar pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso, mas já é dada como certa pela Capes. Valor previsto para 2020 subiria de R$ 3,08 bilhões para R$ 3,68 bilhões, garantindo as bolsas de pesquisa e programas de formação de professores. A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17), por meio de emendas parlamentares impositivas, a destinação de R$ 600 milhões para o orçamento 2020 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A aprovação ainda precisa passar pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso, mas já é dada como certa pela Capes. Com isso, a Capes afirma que estão garantidas mais 135 mil vagas para os programas de formação de professores e a criação de 6 mil bolsas de pós-graduação e pesquisa. De acordo com o presidente da Capes, Anderson Correia, as emendas praticamente equilibram o orçamento da agência no ano que vem. "Estaremos muito bem no próximo ano, atendendo a todos os bolsistas, programas e lançando novas iniciativas”, afirmou Correia, em nota à imprensa. A aprovação se deu por meio de duas emendas: Uma emenda parlamentar de apoio à educação básica proposta pelo Ministério da Educação, no valor de R$ 300 milhões; Outra emenda de R$ 300 milhões, proposta pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados, voltada às bolsas de pesquisa no país e no exterior (2 mil de mestrado, 3,5 mil de doutorado e 500 de pós-doutorado). O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente da Capes, Anderson Correia Nicole Borges/G1 Mudanças no orçamento 2020 Neste ano, o Ministério da Educação decidiu cortar pela metade o orçamento da Capes para 2020. Foram reservados R$ 2,48 bilhões para a instituição na lei do Orçamento de 2020 -- frente os R$ 4,25 bilhões previstos para 2019. Porém, em setembro deste ano foi anunciada a liberação de mais R$ 600 milhões. O valor total previsto para 2020 subiu de R$ 2,48 bilhões para R$ 3,08 bilhões. Agora, com essas emendas impositivas, entrariam mais R$ 600 milhões para a Capes. O total garantido estaria em R$ 3,68 bilhões até o momento, permitindo à Capes a suprir seus compromissos.
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17/10 - Eleições do IFSC: quatro candidatos disputam reitoria; veja calendário do processo de consulta
Também serão eleitos os diretores-gerais em 21 campi. A votação será em novembro e a campanha iniciou nesta semana. Quatro candidatos disputam a reitoria do Instituto Federal de Santa Catarina Quatro candidatos disputam a eleição para reitor do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Também serão eleitos os diretores-gerais em 21 câmpus. A votação será em novembro e a campanha iniciou na terça-feira (15). O nome mais votado na consulta pública é encaminhado para o Ministério da Educação (MEC) e passa por posterior aprovação pelo governo federal. O candidato eleito comandará a instituição de 2020 a 2024. Pela primeira vez, as eleições poderão ocorrer em até dois turnos. Os currículos dos candidatos e também o regulamento do processo eleitoral estão disponíveis no site da instituição. Participam da escolha os servidores docentes e técnico-administrativos, que compõem o quadro de pessoal ativo permanente do IFSC, bem como os alunos regularmente matriculados nos cursos de ensino médio, técnico, de graduação e de pós-graduação, presenciais ou a distância, até a data de homologação dos candidatos. Atualmente, o IFSC conta com 21.870 estudantes e 2551 servidores, entre professores e técnicos administrativos. IFSC em Tubarão IFSC/Divulgação Todos os servidores e alunos votam para o cargo de reitor. Os estudantes e servidores votam para direção-geral, com exceção da comunidade acadêmica do Avançado São Lourenço do Oeste, que vota apenas para reitor. Os alunos dos cursos a distância podem votar para reitor e diretor-geral na unidade que estiverem regularmente matriculados ou podem votar para o cargo de reitor no câmpus de preferência, caso solicite voto em trânsito. Cronograma Veja as principais datas do calendário eleitoral: Período da campanha eleitoral: até o dia 11 de novembro Eleição 1º turno: 13 de novembro Divulgação dos resultados: 14 de novembro Período da campanha 2º turno: 20 de novembro a 29 de novembro Eleição 2º turno: 5 de dezembro Divulgação dos resultados: 6 de dezembro Homologação dos resultados no Consup: 16 de dezembro Data provável da posse: 20 de abril de 2020 Veja mais notícias do estado no G1 SC
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17/10 - Ansioso por causa do Enem? Saiba até que ponto isso é saudável e veja 7 dicas
Estudantes e psicólogos dão dicas de como se acalmar durante o período de preparação para o exame. Ansiedade antes de provas é esperada, desde que não interfira na rotina do estudante Pixabay Raphaele Farias, de 17 anos, prestará o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em novembro, com a expectativa de ser aprovada em medicina. Desde o início do ano, ouve frases como “você não pode fazer nada além de estudar”, “não se distraia”, “essa prova vai definir seu futuro”. Diante da pressão, a jovem começou a ficar ansiosa – chegou a ter duas crises. Aplicativo G1 Enem: baixe o jogo de perguntas e respostas “No Brasil, a gente é submetido a um teste, em uma data específica, em que várias coisas podem dar errado. Meus pais e professores são compreensivos, mas a cobrança vem de mim mesma”, diz Raphaele. “Tive duas experiências mais fortes de ansiedade: na primeira, senti uma angústia enorme. Meus pensamentos ruins triplicaram de velocidade. Na segunda, tive palpitação, chorava muito”, conta. Mas afinal, é normal se sentir assim? Segundo a psicóloga Cristiane Alasmar, do Hospital Sírio Libanês (SP), a ansiedade é esperada nessa etapa da vida. “É um momento de mudança, em que o jovem precisa decidir o que quer para a vida dele”, explica. “Envolve concorrência com outras pessoas, competição, expectativa da família e da sociedade. É natural que sinta essa pressão – desde que não afete sua saúde física e emocional.” Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP), diz que chega a ser desejável se sentir ansioso. “Fico mais preocupada quando percebo que o adolescente está totalmente tranquilo, com zero de ansiedade. Minha dúvida é: será que está entendendo o quão importante é essa fase de vestibulares?”, diz. Ela explica que é natural e saudável criar expectativas – seja para um processo seletivo de emprego, um primeiro dia de trabalho ou uma prova. Os candidatos ficam assustados, porque percebem que, pela primeira vez, depende deles dar uma resposta positiva à família e aos professores. “Encaro como algo interessante ao crescimento do jovem. Bem-vindos ao mundo dos adultos”, diz Calegari. Alerta Mas atenção: a ansiedade não pode interferir na saúde do candidato. Quando Raphaele menciona que teve palpitação, percebeu que era momento de pedir ajuda. Conversou com a mãe e procurou a psicóloga da escola onde estuda. Isabella Canto, de 17 anos, conta que também teve crises de ansiedade. “Procurei minha família, porque é bom saber que não está sozinho. Mas não reduziu meu mal-estar. É tanta pressão, que explode a bomba. Eu já tinha um quadro de depressão e de fobia social, então é mais difícil. A terapia está me ajudando a racionalizar”, diz. A psicóloga Calegari menciona os sintomas que devem ser um sinal de que a ansiedade está merecendo atenção. “A rotina começa a ser interferida pela insônia ou excesso de sono, falta de apetite ou excessos na alimentação, alergias, alteração no funcionamento do intestino”, diz. “O jovem fica mais irritado e nervoso. Esses desequilíbrios mostram que ele está ansioso além do limite do saudável”, completa. Durante as crises, o adolescente pode também ter falta de ar, tontura, taquicardia, dor de estômago. “Esses sintomas físicos mostram que é hora de procurar ajuda profissional”, explica Alasmar, do Sírio Libanês. Raphaele Farias, de 17 anos, teve duas crises de ansiedade. Ela quer cursar medicina. Arquivo pessoal É importante que, nessa fase, os pais saibam entender o pedido de ajuda dos filhos. Segundo Calegari, devem evitar o “isso não é nada”. “Tão importante quanto pedir auxílio é saber ouvir o socorro. A família não deve sentir que fracassou na educação do adolescente. O caminho não pode ser o da culpa”, diz. O ideal é procurar um auxílio psicológico e não deixar que o jovem se isole. Abaixo, confira dicas de como lidar com a ansiedade: 1- Fazer terapia: “É uma alternativa excelente, que ajuda na tomada de decisões e no processo de aprender a lidar com as dificuldades”, diz Alasmar. A especialista reforça que existem projetos gratuitos de assistência psicológica, principalmente em clínicas de universidades que oferecem a graduação em psicologia. “Há também terapias em grupo, nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Costumam funcionar bem para adolescentes, porque conhecerão outras pessoas em situações parecidas”, recomenda. 2- Respirar: Pode parecer estranho, mas a respiração é essencial para acalmar em momentos de ansiedade. “Leio bastante sobre métodos de inspirar e expirar. Percebi que, tendo saúde mental, interpreto melhor as questões e me mantenho concentrada”, conta Amanda Proença, de 17 anos, que fará o Enem nesse ano. Contar até 8 inspirando, e depois até 8 ao expirar pode ajudar a tranquilizar o jovem. 3- Praticar esportes: Atividades físicas colaboram para a sensação de bem-estar e de relaxamento, por causa da liberação da endorfina. Também ajudam a regularizar o sono. Bruna dos Santos, de 19 anos, tentou fazer terapia, mas não se sentiu confortável. Foi praticando muay thai que ela encontrou uma forma de controlar a ansiedade. “Faço aulas três vezes por semana. Isso me ajuda muito na parte de concentração e de socialização, porque acabo conversando com quem está praticando o exercício”, conta. “O gasto de energia também melhora muito meu sono.” 4- Cuidar da alimentação: Segundo Rita Calegari, a equação para passar por situações de estresse de uma forma saudável sempre vai incluir uma alimentação balanceada. “É preciso evitar junk food e priorizar o consumo de frutas, vegetais, legumes e proteínas. E, claro, se manter ativo. Pode ser até um passeio no parque, com regularidade”, diz. 5- Fazer simulados ao longo do ano: Cursinhos e colégios costumam oferecer simulados do Enem. Pode ser uma boa oportunidade para se habituar ao formato da prova e aprender a administrar o tempo disponível. “Isso diminui a ansiedade, porque você sabe o que está te esperando lá na frente”, diz Isabella. 6- Ter atividades de lazer e conversar: Ter momentos de lazer, pelo menos no fim de semana, não é perda de tempo. É um investimento na saúde mental. Além disso, conversar com outros estudantes que estejam em situação semelhante também ajuda a diminuir a ansiedade. As redes sociais podem facilitar essa aproximação com outros vestibulandos. 7- Procurar ambientes calmos: É importante procurar lugares que tragam a sensação de bem-estar. Vale colocar uma música calma e respirar fundo. “Não gosto de ficar em locais agitados, porque não me trazem paz nesse momento. Tenho até um hábito curioso: arrumar meu quarto me ajuda a focar em outra tarefa. Parece que estar em um ambiente sob controle me acalma”, comenta Raphaele. Enem 2019: saiba as principais datas da prova e para que ela serve
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16/10 - Local de prova do Enem 2019 já foi consultado por dois milhões de estudantes, diz Inep
Para acessar a informação, é necessário número do CPF e senha. Exame acontece nos dias 3 e 10 de novembro. Cartão de confirmação pode ser acessado pelo aplicativo do Inep e pelo site da instituição Reprodução/Inep Mais de dois milhões de inscritos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 já consultaram os locais de prova até 19h desta quarta-feira (16), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O acesso ao cartão de confirmação, com o local e o horário das provas, foi liberado nesta por volta das 9h. Para acessar o documento é necessário digitar o CPF e a senha cadastrada durante a inscrição na página do participante. Nesta edição, o total de inscritos ultrapassou os 5 milhões. Baixe o aplicativo G1 Enem, jogo de perguntas e respostas Confira o balanço dos inscritos e perfil dos participantes As provas acontecem nos dias 3 e 10 de novembro, dois domingos consecutivos em 1.727 municípios. Para esta edição, mais de 5 milhões de inscrições foram confirmadas. Os portões abrirão ao meio-dia, pelo horário oficial de Brasília, e serão fechados às 13h, neste ano não há horário de verão. Para que serve o cartão de confirmação? É o documento que confirma a inscrição de cada candidato no Enem, e traz os detalhes sobre o local de provas. Além do nome da rua e número do edifício, o cartão também informa, por exemplo, o número da sala em que cada estudante fará o exame. Como posso acessar o cartão de confirmação? Apenas pela internet. O cartão de confirmação ficará disponível para consulta a partir de segunda pelo site: https://enem.inep.gov.br/participante O acesso é individual, ou seja, é preciso inserir os dados pessoais e a senha para poder verificar o local de provas. Preciso levar o cartão de confirmação no dia do Enem? Não é obrigatório apresentar o cartão de confirmação no dia da prova, de acordo com o Inep, responsável por aplicar o exame. Os organizadores recomendam, entretanto, que todos os candidatos imprimam e levem o documento, porque ele facilita o acesso às informações e evitar confusões com o endereço e os horários da prova. Initial plugin text
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16/10 - Enem 2019: mais de 42,6 mil inscritos no Amapá podem consultar locais de prova
Inep liberou acesso ao cartão de confirmação nesta quarta-feira (16). Cartão de confirmação pode ser acessado pelo aplicativo do Inep e pelo site da instituição Inep/Reprodução Os 42.636 amapaenses inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem consultar o cartão de confirmação das provas. O acesso ao documento na página do participante foi liberado nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame. Baixe o aplicativo G1 Enem, jogo de perguntas e respostas Confira o balanço dos inscritos e perfil dos participantes Para acessar o documento é necessário o CPF e a senha cadastrada. No cartão constam informações importantes para o candidato, além da confirmação da inscrição, como o endereço, local e número da sala onde o estudante fará o exame nos dias 3 e 10 de novembro. Não é obrigatório apresentar o cartão de confirmação no dia da prova, de acordo com o Inep. Os organizadores recomendam, entretanto, que todos os candidatos imprimam e levem o documento, porque ele facilita o acesso às informações e evitar confusões com o endereço e os horários da prova. Como acessar? Apenas pela internet. O cartão de confirmação ficará disponível para consulta a partir de segunda pelo site: https://enem.inep.gov.br/participante. O acesso é individual, ou seja, é preciso inserir os dados pessoais e a senha para poder verificar o local de provas. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
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16/10 - Enem 2019: locais de prova estão disponíveis para consulta no cartão de confirmação
Para acessar a informação, é necessário número do CPF e senha. Exame acontece nos dias 3 e 10 de novembro. Cartão de confirmação pode ser acessado pelo aplicativo do Inep e pelo site da instituição Reprodução/Inep O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) liberou na manhã desta quarta-feira (16) o acesso ao cartão de confirmação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, com o local e o horário das provas. Para acessar o documento, é necessário digitar o CPF e a senha cadastrada na inscrição na página do participante. Foram mais de um milhão de consultas aos locais de prova em pouco mais de duas horas, informou o Inep em um comunicado. Baixe o aplicativo G1 Enem, jogo de perguntas e respostas Confira o balanço dos inscritos e perfil dos participantes As provas acontecem nos dias 3 e 10 de novembro, dois domingos consecutivos em 1.727 municípios. Para esta edição, mais de 5 milhões de inscrições foram confirmadas. Os portões abrirão ao meio-dia, pelo horário oficial de Brasília, e serão fechados às 13h, neste ano não há horário de verão. Veja abaixo as perguntas e respostas sobre o cartão de confirmação: Para que serve o cartão de confirmação? É o documento que confirma a inscrição de cada candidato no Enem, e traz os detalhes sobre o local de provas. Além do nome da rua e número do edifício, o cartão também informa, por exemplo, o número da sala em que cada estudante fará o exame. Como posso acessar o cartão de confirmação? Apenas pela internet. O cartão de confirmação ficará disponível para consulta a partir de segunda pelo site: https://enem.inep.gov.br/participante O acesso é individual, ou seja, é preciso inserir os dados pessoais e a senha para poder verificar o local de provas. Preciso levar o cartão de confirmação no dia do Enem? Não é obrigatório apresentar o cartão de confirmação no dia da prova, de acordo com o Inep, responsável por aplicar o exame. Os organizadores recomendam, entretanto, que todos os candidatos imprimam e levem o documento, porque ele facilita o acesso às informações e evitar confusões com o endereço e os horários da prova. Initial plugin text
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16/10 - Unicamp projeta déficit de R$ 900 milhões no acumulado desde 2015 e tem novo alerta sobre finanças
Levantamento indica que universidade vai fechar exercício deste ano com saldo negativo de pelo menos R$ 244,3 milhões. Instituição admite risco para reserva financeira de R$ 505 milhões. Estudantes no campus da Unicamp, em Campinas Fernando Pacífico/G1 A Unicamp projeta déficit orçamentário de R$ 900 milhões no acumulado desde 2015, de acordo com a Assessoria de Economia e Planejamento (Aeplan) da universidade estadual. O levantamento indica que, deste total, R$ 244,3 milhões (27,1%) devem ser contabilizados até o fim do exercício atual, mas a conta pode subir com a aprovação de auxílios emergenciais para os bolsistas do CNPq, caso o órgão não consiga cumprir com o pagamento referente aos meses de outubro e dezembro de 2019. A instituição estimava inicialmente um saldo negativo de R$ 169 milhões para este ano, mas o balanço parcial mostra que as receitas próprias e a quantidade de recursos transferidos pelo estado estão abaixo do esperado, ao mesmo tempo em que foram verificadas alta de gastos com pessoal - incluindo reajuste de 2,2% nos salários de professores e funcionários desde a folha de maio - e cobertura do déficit nos orçamentos do Hospital de Clínicas (HC) e do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism). Projeção 2019 Receitas: R$ 2,39 bilhões Despesas: R$ 2,63 bilhões Valor atual da reserva: R$ 505 milhões Segundo a Unicamp, o valor de R$ 244,3 milhões representa a soma entre o déficit de R$ 178,6 milhões contabilizado até o momento e R$ 65,7 milhões em despesas aprovadas em exercícios anteriores, mas ainda não executadas. O total entre 2015 e 2018 corresponde a R$ 655,8 milhões, diz o documento. Em outro trecho, o levantamento destaca que a universidade precisou elevar o montante de recursos necessários para quitar despesas de utilidade pública, entre elas, reajustes nas tarifas de energia elétrica e água; e por causa de gastos para contratar serviços e obras avaliadas como necessidades imediatas. "O primeiro semestre apresentou um longo período com quedas sucessivas na expectativa de crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] Nacional em 2019, fato tão relevante que nem o crescimento nas expectativas de inflação foram suficientes para manutenção da arrecadação prevista. Assim sendo, atravessamos por uma significativa piora no cenário econômico", informa trecho de análise da Aeplan. A assessoria lembra que, neste ano, não foram aprovados pela União destinação de valores aos estados, Distrito Federal e municípios para compensar isenção do ICMS aos estados exportadores (Lei Kandir). Unicamp marca 1ª assembleia extraordinária da história para votar moção em defesa da ciência Unicamp cria grupo de ajuda emergencial a pesquisadores afetados com cortes de bolsas Alerta e dívida zero Ao ponderar que as despesas previstas neste ano superam em 13,4% o total de recursos que devem ser transferidos pelo estado, por meio de parte da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a Aeplan destaca que a Unicamp deve "manter todos os esforços possíveis" para atingir o equilíbrio e evitar esgotamento das reservas financeiras. "Necessidade de continuidade da adoção de medidas de contenção de gastos e melhor utilização dos recursos da universidade", diz texto. A universidade salienta que não tem dívidas e, ao explicar sobre a projeção de déficit, lembra que ultrapassa longo de período de crise e, por isso, mantém política constante de controle de gastos. "Nos últimos anos foi tomada a decisão de acompanharmos o quanto de recursos financeiros estão sendo utilizados para a cobertura do déficit, no intuito de mostrarmos quanto a universidade gastou com a queda de arrecadação do ICMS", destaca a Aeplan sobre a contabilidade do saldo. Praça em frente ao prédio da reitoria da Unicamp, em Campinas Fernando Pacífico / G1 Campinas Recursos emergenciais Os números foram projetados antes do Conselho Universitário (Consu), órgão máximo de deliberação, aprovar um suporte de R$ 4 milhões em auxílios emergenciais para os bolsistas do CNPq, caso o órgão não consiga cumprir com o pagamento referente aos meses de outubro e dezembro deste ano. Segundo a Unicamp, a suplementação é suficiente para apoiar total de 3,4 mil bolsas de mestrado e doutorado (cada uma de R$ 896, além de dois passes de transporte por dia útil e isenção da taxa de alimentação) e outras 2,2 mil de iniciação científica (avaliada em R$ 400). "Se a necessidade do auxílio se concretizar, a medida será oficializada por meio de resolução da reitoria, depois de devida consulta ao CNPq quanto aos termos a serem utilizados sem prejuízo da instituição ou dos alunos", informa nota. Entre os outros gastos previstos pela universidade até o fim do ano estão suplementações para o HC, um projeto de reforma do Centro de Computação com objetivo de atender ao processo de expansão do Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho (Cenapad-SP), e para a higienização de reservatórios de água potável, incluindo 265 residências da moradia estudantil. "Se forem pagos os auxílios emergenciais aprovados em caso de não pagamento das bolsas CNPq, o valor sairá da reserva financeira, aumentando o déficit da universidade no exercício", diz texto. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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16/10 - Pesquisadora de Porto Alegre transforma pesquisa sobre fãs de super-heróis em HQ
Larissa Becko virou a 'Caçadora de Fãs' no livro em que conta como foi sua pesquisa com fãs de super-heróis. No trabalho, ela traçou um perfil de quem segue alguns dos personagens mais populares da cultura pop. Larissa virou a "Caçadora de Fãs" em HQ sobre sua dissertação de mestrado Reprodução Uma história em quadrinhos que conta a trajetória de uma caçadora de fãs, em busca de personagens que são admiradores dos super-heróis das...histórias em quadrinhos. Eis o resumo do livro originado no trabalho de dissertação da estudante porto-alegrense Larissa Becko, que se tranformou ela mesma em um personagem ao pesquisar o universo do fanatismo pelos super-heróis da cultura pop. O livro "Caçadora de Fãs" foi viabilizado por campanha de financiamento coletivo na internet, e deve ser lançado até dezembro deste ano, segundo a autora. O prólogo pode ser conferido no site do projeto. A ideia do trabalho para o mestrado de Ciências da Comunicação nasceu da vontade de "olhar a audiência", segundo Larissa. "Porque é muito encantador ver o quanto as pessoas se dedicam a essas temáticas, e às vezes acabam escolhendo determinadas carreiras e profissões, nome do filho, em função deste fascínio que têm por esse universo", comenta a estudante, ela mesma uma fã de HQs. O formulário padrão que deu o pontapé inicial na pesquisa obteve mais de 1 mil respostas. Dessa amostra, Larissa selecionou seis fãs, para entrevistas qualitativas. Dentre os diversos super-heróis que povoam o imaginário dos entrevistados, alguns nomes despontaram como os preferidos. Preferência por Superman, Batman e Homem Aranha O Superman apareceu como o mais popular nas entrevistas focadas. Já no questionário, os participantes demonstraram predileção pelo Homem-Aranha e o Batman. Foi possível notar também que os fãs de super-heróis não se envolvem com as histórias apenas como um hobby, mas acabam influciados pelos quadrinhos. "Na maioria dos casos, as escolhas de vida, de carreira deles são diretamente influenciadas por esse gosto pela cultura pop", diz Larissa. Por exemplo, um dos entrevistados é ilustrador por conta das histórias em quadrinhos, e hoje sobrevive dessa produção. Ideais como moral, ética, certo e errado também aparecem balizados pelos personagens e suas condutas, observa Larissa. O meio em que as histórias são consumidas apresenta variação. O consumo das revistas é mais forte entre os fãs mais velhos. Já no caso dos mais jovens, a internet é a maior fonte de histórias e informações sobre os super-heróis. E comprar os produtos relacionados aos personagens preferidos aparece como uma constante entre todos os interessados. "Vestir a camiseta, ter o boneco na estante, o pôster pendurado na parede, esse tipo de coisa", relaciona a estudante. Estudante programa lançamento do livro para dezembro deste ano Arquivo pessoal A participação feminina De todos os respondentes do questionário, 23% são mulheres, afirma Larissa. O número, para a pesquisadora, não corresponde ao público verificado nos eventos temáticos e nas sessões de cinema de super-heróis, em comparação. "Nesses locais, a equidade [entre homens e mulheres] é muito maior", diz. Para Larissa, a baixa adesão à pesquisa acontece porque muitas mulheres não se identificam como fãs, apesar de consumirem esses produtos. "Porque isso gera para elas um esforço de ter que provar que elas são fãs, ao passo que os meninos, não". Nas entrevistas focadas, a única personagem feminina a ser citada pelos fãs de quadrinhos foi a Mulher Maravilha. 'Caçadora de fãs' Larissa se transformou em "Caçadora de Fãs" ao idealizar a história em quadrinhos originada em sua pesquisa. E a missão dessa super-heroína acadêmica é apresentar o percurso da pesquisa, e desmistificar as ideias que constuma-se ter sobre a dissertação acadêmica. "Mostrar, ilustrar para um público um pouco mais amplo, como que é uma pesquisa de campo, como que a metodologia é construída, como que o relacionamento com os autores, os colegas, os eventos, acaba acontecendo". Com o ilustrador Thiago Krening e o roteirista Fabio Mesmo, Larissa inseriu elementos de humor, fantasia e ficção, que não aconteceram de fato, mas tornam a história mais divertida.
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16/10 - Local de prova do Enem 2019 será divulgado nesta quarta
Exame será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro; 5,09 milhões de participantes se inscreveram na prova. Os locais de prova e o cartão de confirmação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estarão disponíveis a partir desta quarta-feira (16) na página do participante https://enem.inep.gov.br/participante, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As provas estão marcadas para os dias 3 e 10 de novembro. Neste ano, 5,09 milhões de inscrições foram confirmadas. As provas serão aplicadas em 1.727 municípios. De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, todas as provas já foram impressas e estão prontas para distribuição aos estados. Mais de 54 mil malotes de prova serão distribuídos para 11.227 coordenações. Confira o balanço dos inscritos e perfil dos participantes Baixe o aplicativo G1 Enem, jogo de perguntas e respostas Enem 2019: saiba as principais datas da prova e para que ela serve Temas de redação A um mês do exame, o G1 preparou dicas com possíveis temas para a redação e como se preparar para a prova. Professores de cursinhos pré-vestibulares levantaram 13 temas do que poderá ser abordado no Enem 2019. 13 temas de redação que podem cair no Enem 2019 “Essas listas de assuntos possíveis são, na verdade, recomendações de leitura, dicas do que priorizar para formar repertório. O aluno pode buscar informações e reflexões. É preciso ter consciência de que a redação é um exercício multidisciplinar, e aí descobrir em quais áreas ainda é preciso se aprofundar”, afirma Sérgio de Lima Paganim, professor de Redação e Coordenador de Linguagens do Curso Anglo Vestibulares.
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15/10 - Professor do Rio inspira alunos, que somam 630 prêmios em competições de matemática
Alunos de Luiz Felipe, professor do ensino público do Rio, se destacam em competições. 'Sou fruto de professores que foram muito bons e fizeram diferença na minha vida'. Professor incentiva alunos a participarem de competições: número de prêmios passa de 600 Diante de todas as dificuldades enfrentadas pelos professores no ensino público, a história inspiradora do professor de matemática Luiz Felipe Lins lembra, neste Dia dos Professores (15), a beleza e a potência da profissão. Luiz Felipe tem 47 anos de idade, dos quais 23 são dedicados às salas de aula do ensino público do Rio. Os alunos, incentivados por ele, acumulam 630 prêmios em competições nacionais e internacionais (veja na reportagem acima, da GloboNews). "Eu sou fruto de professores que foram muito bons e fizeram diferença na minha vida, porque eu fui criado pela minha tia, que fazia faxina para sustentar os filhos dela e a mim, sem marido. E ela falava pra mim assim: 'Ouça seus professores, porque eles têm muito valor e eles podem te dar aquilo que, enquanto eu to na rua, eu não vou poder dar' (...) Eu tenho que fazer com que essas crianças tirem proveito desse espaço que eles estão", diz Felipe Lins, que, há 15 anos, dá aula na Escola Municipal Francis Hime, na Taquara. Ensinar uma matéria que é o terror de muitos alunos não parece ser uma dificuldade para Felipe. Humanizar os números e trazer a matéria para perto da realidade é a chave do sucesso do professor. "Quando você ressignifica matemática, você trabalha matemática de maneira que ela faça sentido na vida da gente, esse novo olhar é um olhar que vem ao encontro das Olimpíadas, das provas do Pisa, das provas nacionais, dos exames que são cobrados pra avaliar a educação dos países", diz ele. Transformar o aprendizado em um desafio quase lúdico também é parte do repertório de Felipe. "Qual é o adolescente que não gosta de ser desafiado? Qual é a criança que não gosta de resolver problema? É esse o intuito, uma matemática que faça sentido, não uma matemática que faça sofrer. Hoje a gente vê, dentro das escolas, que os adolescentes estão vivendo um período de doença da alma. Muito jovens com depressão, tomando remédio, automutilação, se cortando e a escola não pode ser uma espaço que vai aumentar esse sofrimento. E a matemática não posso ser usada com isso. Então, a escola tem que ser um espaço que acolha, que escute, valorize, respeite as individualidades e promova prazer e crescimento. É assim que eu vejo hoje a educação", diz ele. Trazer a matemática para a vida real e ensinar de forma quase lúdica funciona. Quem garante são os alunos. "Ah, ele é muito prático e ele ensina fácil, tem uns métodos que não são muito tradicionais, de você ter que escrever (...). Ele explica bem e ele é um professor legal, conversa com os alunos, interage e eu gosto também de matemática, então é uma facilidade a mais", diz a estudante Sara Gomes Nunes, de 13 anos. "Ah, ele tem uma forma de ensino bem didática, com jogos, a gente aprende muito mais, que, às vezes a gente fica preso naquela explicação mais cansativa, mas quando a gente começa um jogo ou um exercício bem fácil, mas mesmo assim ainda a gente aprende, é bem mais fácil aprender e também é um professor sensacional também", diz Adler Borges, de 13 anos. Muita gente que não gostava da matéria, aprendeu a gostar e chegou até a ganhar medalha. "Elas falam que é sorte, só que elas não entendem o esforço que a pessoa tem, eu comecei a estudar muito, porque eu me interessei, por causa do professor Felipe. Tem gente que fala 'ah, é sorte', você é privilegiada, só que elas não entendem quanto eu estudo em casa, elas acham que é sorte, mas nunca foi sorte", diz a aluna Thuane. "Falam como se fosse um dom e não é um dom. É um investimento, é esforço, um exercício, quer dizer, você se disciplina, você se desenvolve, em consequência disso", endossa o professor. Thuane e Sara são alunas do projeto de robótica, coordenado pelo professor. Nas oficinas, os alunos são capacitados para desenvolver robôs, jogos com equações e código morse. Tudo isso aos sábados. "As pessoas falam: 'Vocês são malucos' de ir pra escola sábado, acordar cedo pra ir pra escola'... Só que assim, é legal", garante Sara. Felipe, que guia muitos alunos na conquista de medalhas, é só agradecimento. "Tenho orgulho da minha profissão e dos meus colegas. Tem trabalhos maravilhosos por esse país afora, eu tô tendo a oportunidade de conhecer professores fantásticos, que fazem diferença na vida das crianças e a escola é um lugar que marca, quando a gente conta uma história de vida, a gente lembra sempre de um professor, de um momento de escola, então a gente deixa história pra vida dessas crianças", diz ele.
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15/10 - Veja os principais pontos da moção aprovada pela Unicamp em defesa da ciência e educação
Primeira assembleia extraordinária da universidade estadual reuniu pelo menos 8 mil pessoas no Ciclo Básico, em Campinas (SP), na tarde desta terça-feira (15). Participantes de assembleia extraordinária, na Unicamp Ronei Thezolin/Unicamp A primeira assembleia extraordinária na história da Unicamp, realizada na tarde desta terça-feira (15), resultou na aprovação de uma moção em defesa da educação, ciência e autonomia. O ato contou com participação de pelo menos 8 mil pessoas no campus de Campinas (SP), entre alunos, professores e funcionários, segundo a instituição, e o documento defende a necessidade de uma mobilização para evitar riscos sejam colocados por "uma política que ignora passado, presente e ameaça o futuro do país." A mobilização ocorreu durante duas horas e foi encerrada às 14h12, sem incidentes. CONFIRA ÍNTEGRA DO DOCUMENTO Veja os principais pontos A comunidade acadêmica da Unicamp manifesta indignação diante de "ataques contra a educação" nos últimos meses e defende mobilização da sociedade em defesa da universidade pública gratuita, laica, socialmente referenciada e de qualidade; O documento diz que obstáculos impostos às instituições, por meio de cortes orçamentários, diminuição dos recursos direcionados às agências de fomento ou pressões de natureza econômica, ideológica ou social –colocam em risco o sistema de ciência, tecnologia, inovação e ensino. Além disso, reitera que isso deixa o país sujeito ao retrocesso e obscurantismo; O documento reforça que os recursos que as universidades públicas necessitam para realizar suas atividades-fim não podem jamais ser encarados como um custo para o estado, mas como um investimento no futuro do país; A moção reitera que todos os países desenvolvidos a pesquisa é financiada majoritariamente pelo estado, por meio das agências de fomento. Com isso, diz o texto, interromper o fluxo de recursos constitui "equívoco" que impede o país de resolver desafios sociais e econômicos; O texto destaca que críticas a áreas como humanidades e artes demonstram "ignorância absoluta" sobre o papel que a busca por conhecimento exerce no desenvolvimento do pensamento crítico e criativo, além da formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social, à redução das desigualdades e ao respeito à diversidade; A comunidade acadêmica reafirma compromisso com "a defesa das liberdades de cátedra e de livre organização associativa e estudantil". Além disso, ressalta necessidade de reação para "evitar que os frutos de tantos anos de investimento de toda a sociedade sejam colocados em risco por uma política que ignora tanto o passado, quanto o presente, e ainda ameaça o futuro". Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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15/10 - Agente imobiliário paga dívidas de almoço de 400 estudantes em 9 escolas dos Estados Unidos
'As crianças não deveriam aprender com fome', disse o agente. Alimentação adequada facilita a aprendizagem das crianças Jonathan Borba/Unsplash Um agente imobiliário pagou as dívidas de almoço de 400 estudantes de nove escolas de Júpiter, na Flórida, Estados Unidos. O valor desembolsado foi de US$ 944,34, o equivalente a quase R$ 4 mil. O agente imobiliário Andrew Levy não tem nenhuma conexão com a escola ou a região, mas de acordo com a mídia dos Estados Unidos, ele achou que poderia ajudar. "Eu pensei que isso é loucura. Comida é algo que você não deveria pensar. As crianças não deveriam aprender com fome", disse Levy à afiliada da CNN WPEC. Nos Estados Unidos, 7,7 milhões de crianças recebem almoço nas escolas. Um quarto delas conseguem pagar integralmente pelas refeições. As demais se enquadram em benefícios que oferecem a alimentação a preço reduzido ou inteiramente grátis. O programa leva em conta os salários do núcleo familiar. Os alunos que acumulam 'dívida da merenda' no país mais rico do mundo Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil Entretanto, é cada vez mais frequente que os estudantes não consigam pagar pelas refeições, o que leva ao acúmulo de dívidas. Algumas escolas se negam a servir o almoço aos devedores ou oferecem um sanduíche no lugar. Levy soube das dívidas das escolas por meio de um post no Facebook, feito dentro da comunidade "Mães de Júpiter". Na publicação, a administradora do grupo, Angie Vyas-Knight, escreveu a lista das escolas e o total de dívidas. Quando viu a postagem, Levy pensou que as crianças poderiam ficar sem comida ou se alimentar apenas de sanduíche. Por isso, quitou a dívida. Levy também pretende criar uma página de arrecadação colaborativa na internet para levantar recursos a cada trimestre para ajudar as escolas – e as famílias das crianças que não conseguem arcar com os custos básicos da alimentação. A ideia é levantar dinheiro para quitar a dívida de todo o condado de Palm Beach, que pode chegar a cerca de US$ 50 mil para mais de 180 mil crianças. O valor equivale a R$ 207,5 mil. Distrito escolar nos EUA recusa oferta de empresário de quitar dívida de almoço de estudantes Andrew Levy Reprodução/Facebook
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15/10 - Em assembleia inédita, Unicamp aprova moção em defesa da educação, ciência e autonomia
Alunos, professores e membros da administração se reuniram no Ciclo Básico do campus de Campinas (SP), nesta terça-feira. Unicamp realiza primeira assembleia extraordinária da história Ronei Thezolin/Unicamp A Unicamp aprovou na tarde desta terça-feira (15) uma moção em defesa da ciência, educação e autonomia universitária durante a primeira assembleia extraordinária da história da universidade. Segundo a universidade, pelo menos 8 mil pessoas, incluindo alunos, professores e membros da administração se reuniram no Ciclo Básico do campus de Campinas (SP) para aprovar o documento. O reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, fez o discurso de abertura, por volta das 12h. Em seguida utilizaram o microfone representantes da graduação, pós-graduação, do sindicato que representa os trabalhadores da Unicamp (STU), da associação dos docentes (Adunicamp), além de integrantes do Conselho Universitário, órgão máximo de deliberação, e de professores eméritos. Cada um teve cinco minutos. Em assembleia inédita, Unicamp aprova moção em defesa da educação, ciência e autonomia VEJA OS PRINCIPAIS PONTOS DA MOÇÃO "Neste local, que já serviu de palco para outros movimentos memoráveis da história da Unicamp e do país, ouviremos manifestações hoje de pessoas com convicções e pensamentos distintos unidas em prol do mesmo objetivo", disse o reitor, na abertura. Assembleia da Unicamp para votação de moção em defesa da ciência e educação lota o Ciclo Básico do campus de Campinas Paulo Gonçalves/EPTV "O momento é grave, a gente está enfrentando provavelmente o que são um dos maiores ataque na universidade pública. É o Future-se que vem para acabar com os pilares da universidade pública, é o contingenciamento de verbas para pesquisa da Capes e da CNPQ", falou um dos estudantes. Ao longo da assembleia, temas como direitos humanos, sustentabilidade e diversidade também foram ressaltados. A leitura da moção foi feita pela estudante do Instituto de Arte Barbara Daniel. Em seguida, o texto foi aprovado pelos participantes. Durante o ato, também ocorreram discursos de pessoas externas à comunidade da Unicamp. O término ocorreu às 14h12. Em entrevista à EPTV, o reitor afirmou que o contingenciamento de verbas que impacta nas bolsas prejudica o andamento das pesquisas da universidade. Unicamp convoca assembleia para chamar a atenção sobre cortes na universidade "Nós aqui somos uma universidade estadual, então não há cortes do governo estadual, não tem problema nenhum, mas certamente dependemos de bolsas da Capes, do Ministério da Educação, da CNPQ. Esses cortes anunciados nas bolsas impactam e muito na pesquisa dos nossos estudantes, nas nossas pesquisas realizadas aqui na Unicamp e em todo o país". "Para um ano de 2020 uma previsão de metade do orçamento apenas que foi destinado em 2019. É muito provável que no ano que vem seja ainda mais difícil e mais bolsas de pós-graduação, financiamento de pesquisa de modo geral, sejam cortadas", disse o presidente da Adunicamp, Wagner Romão. A convocação da extraordinária foi aprovada após reunião realizada pelo Consu, em 24 de setembro. Na ocasião, Knobel afirmou que a assembleia reunia a comunidade acadêmica em uma causa comum e que foram os estudantes de graduação e pós que reivindicaram o pleito. Estudantes, professores e membros da administração da Unicamp se reúnem para assembleia extraordinária Ronei Thezolin/Unicamp Apesar de ser a primeira extraordinária da universidade, a assessoria de imprensa diz que um protesto ocorrido em 1981 contra a tentativa de intervenção na administração da Unicamp pelo ex-governador Paulo Maluf, à época do regime militar, teve proporções semelhantes. O ato, contudo, não foi convocado. A convocação da assembleia ocorreu em meio aos anúncios de contingenciamento de verbas feito pelo governo federal. Na segunda-feira (14), Planalto anunciou a liberação de R$ 7,12 bilhões do orçamento e vai detalhar quanto cada ministério receberá em um decreto presidencial na semana que vem. Corte de bolsas da Capes e CNPq No dia 2, a Capes anunciou cortes de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil, a partir deste mês. Foi o terceiro comunicado do tipo neste ano. Ao todo, a Capes vai deixar de oferecer cerca de 11 mil bolsas e não serão aceitos novos pesquisadores neste ano. Na Unicamp, a lista deve refletir em 58, segundo a universidade. Com isso, o contingenciamento total sobe para 115, já que o Conselho havia restringido a verba para 57 bolsas em maio e junho. Modalidades de pós-graduação afetadas em setembro na Unicamp pelo corte da Capes: Mestrado: 31 bolsas Doutorado: 26 bolsas Pós-doutorado: 1 bolsa Em agosto, o CNPq anunciou a suspensão da assinatura de novos contratos de bolsas de estudo e pesquisa. Ao todo, 478 pesquisadores de mestrado e 635 de doutorado dependem de bolsas do CNPq na Unicamp. Além deles, cerca de 650 da graduação têm contratos de iniciação científica. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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15/10 - No Dia do Professor, secretário de educação de SC fala sobre desafios da profissão, reajuste salarial e segurança nas escolas
Natalino Uggioni também comentou sobre o calendário escolar 2020 e convocação dos aprovados em concurso. Secretário de Educação fala sobre rumos da profissão de professor em SC No Dia do Professor, em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina desta terça-feira (15), o secretário estadual de Educação, Natalino Uggioni, falou sobre os desafios da função, reajuste salarial, segurança nas escolas e novas contratações. O secretário também comentou sobre os preparativos para o início do próximo ano letivo, que envolvem mudanças de processos e também no calendário escolar. Reajuste salarial Segundo o secretário, a valorização salarial da categoria segue em processo de análise e a expectativa é de que no próximo ano tenha mudanças na situação. O plano de reajuste foi um dos pontos citados desde o início dos trabalhos de Uggioni na pasta e também foi uma das promessas do governador. "Esse assunto do reajuste para toda a categoria é um processo que está em curso. Nós fizemos todo o estudo técnico, temos embasado uma série de considerações. E nós esperamos que a reivindicação da categoria possa ser atendida para o ano seguinte", afirmou. O secretário também disse que tem tratado do assunto com o sindicato da categoria, recebendo as reivindicações e respondendo aos itens da pauta. Além disso, explicou que o assunto que está permanentemente na pauta e que a decisão envolve o colegiado do governo. "É importante destacar que quando falamos em uma reposição salarial temos que considerar que são 73 mil funcionários, os quais 30 mil são inativos e as fontes, a origem dos recursos, são diferentes. Portanto, não é uma decisão que depende exclusivamente da Secretaria da Educação". Secretário estadual de Educação, Natalino Uggioni Reprodução/ NSC TV Segurança nas escolas Quanto ao tema da segurança nas escolas, o secretário informou um edital está em fase de elaboração para a contratar uma empresa que fará o monitoramento nas unidades. Atualmente, está vigente até o final do ano o contrato com uma empresa que faz o serviço de vigilância humana e eletrônica. Conforme a pasta, está terminando os cinco anos de prorrogação do contrato previsto em lei. "A gente tem todas as informações do que vem acontecendo nos últimos anos para fazermos uma boa contratação", explicou Uggioni. Por conta disso, será aberto um pregão para selecionar o novo prestador de serviços. A licitação deve ser publicada ainda neste ano, já que o novo contrato passa a valer a partir de 2020. Em paralelo, Uggioni afirma que são desenvolvidas ações para melhorias do ambiente escolar. "Estamos investindo muito nos profissionais que trabalham nos núcleos de prevenção nas nossas escolas. São profissionais capacitados que estamos atualizando permanentemente, para nós atuarmos antes que os problemas aconteçam. Falo sempre que é o melhor investimento". Conforme a pasta, um dos investimentos no programa é a aquisição de uma plataforma de educação a distância contratada para capacitar profissionais em todo o estado, difundir os temas de segurança humana no ambiente escolar e também cursos online. 1,5 mil professores e mais 500 especialistas devem ser convocados para o ano letivo de 2020 Reprodução/ NSC TV Nomeação de professores O secretário também falou sobre o chamamento de 2 mil novos profissionais para educação. Em setembro, o governo anunciou a prorrogação da validade do concurso do Magistério Público Estadual de 2017. Segundo ele, os aprovados já estão sendo chamados. "São 1,5 mil professores e mais 500 especialistas em assuntos de educação para ajudar na gestão das escolas. Já iniciamos o chamamento. Os que estavam habilitados estão apresentando a documentação para fins de legalização, de modo que eles iniciam efetivamente no início do ano letivo de 2020". Veja mais notícias do estado no G1 SC
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15/10 - Enade 2018 aponta que universidades públicas têm mais cursos com notas máximas do que as privadas na Zona da Mata e Vertentes
Dez cursos de universidades públicas receberam notas máximas em pesquisa feita pelo G1. Veja o desempenho das principais instituições da região. Campus em Juiz de Fora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Carlos Mendonça/Prefeitura de Juiz de Fora A edição de 2018 do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que foi divulgada no início do mês, revelou que dez cursos de universidades públicas receberam notas máximas na Zona da Mata e Campo das Vertentes. De acordo com o levantamento realizado pelo G1 a partir dos dados do Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), seis cursos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) receberam nota cinco. Já na Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), dois cursos receberam nota máxima, em cada uma. Em contrapartida, duas faculdades privadas receberam nota máxima em três formações em Juiz de Fora. Federais UFJF Na UFJF, os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Direito diurno, Direito noturno, Psicologia e Turismo obtiveram conceito máximo (nota 5). Os cursos de Design, Jornalismo diurno, Jornalismo noturno e Serviço Social obtiveram conceito 4 na avaliação do Enade. UFV e UFSJ Na UFV, três cursos participaram do Enade 2018. O de Administração e Direito receberam nota 5. Já o de Ciências Econômicas obteve o conceito 4. Igualmente como a UFV, em São João del Rei, três cursos estiveram presentes no Exame Nacional. Administração e Psicologia tiraram nota 5 e Ciências Econômicas, 4. Privadas Duas faculdades privadas receberam a nota máxima com três cursos em Juiz de Fora. São elas: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF): Tecnologia em Marketing e Gestão de Recursos Humanos Instituto Vianna Júnior: Gestão de Recursos Humanos Brasil Na edição de 2018 do Enad, só 3,3% dos cursos de faculdades privadas conseguiram atingir o conceito máximo. De 7.276 cursos de instituições particulares, só 240 ficaram com o conceito 5. Já entre as instituições públicas, essa taxa sobe para 20,3%. O cálculo considera as instituições particulares com ou sem fins lucrativos, que somam 7.259 cursos, e inclui 17 cursos de instituições especiais (que são estaduais ou municipais, mas não são gratuitas, e contaram com 807 estudantes no exame). Já o grupo de instituições públicas inclui 1.244 cursos de universidades e institutos gratuitos das redes federal, estaduais e municipais. Entenda o Enade 2018 O Enade é o exame aplicado pelo governo federal aos estudantes "concluintes", ou seja, que estão no último ano da graduação. Cada curso é avaliado a cada três anos; No Enade 2018, fizeram as provas mais de 460 mil estudantes de 8.821 cursos de 1.791 instituições – fazer a prova e preencher o questionário socioeconômico é condição para os estudantes se formarem; O exame tem 40 questões no total, sendo que 25% são sobre a formação geral e 75% sobre o componente específico de cada formação. A nota final do participante varia de 0 a 100; Os cursos avaliados foram os de bacharelado das áreas de ciências sociais aplicadas, ciências humanas e áreas afins, e os de tecnologia de gestão e negócio, apoio escolar, hospitalidade e lazer, produção cultural e design; Do total de 463.242 participantes do Enade 2018, 127.385 eram estudantes de direito e 99.616 estudavam administração; O Conceito Enade é um dos indicadores de qualidade da educação superior, e é calculado para cada curso a partir da média ponderada da nota de cada concluinte, considerando peso maior para a prova de conhecimento específico.
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15/10 - Escola de Veterinária da UFMG vende animais para 'adequar atividades à disponibilidade orçamentária'
Segundo diretoria da instituição, atividades da fazenda experimental estão mantidas. Medida visa assegurar a capacidade operacional da unidade, dando continuidade às atividades acadêmicas. a Escola de Veterinária precisou vender animais bovinos e suínos para “adequar atividades à disponibilidade orçamentária” Raquel Freitas/G1 A crise financeira tem atingido os mais diversos setores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desta vez, a Escola de Veterinária precisou vender animais bovinos e suínos para “adequar atividades à disponibilidade orçamentária”, segundo a diretoria da unidade. Os bois e porcos ficavam na Fazenda Experimental Professor Hélio Barbosa, localizada em Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A unidade, com 240 hectares, tem o objetivo de dar suporte ao ensino da graduação e pós-graduação e às atividades de pesquisa e de extensão. Fazenda Experimental Professor Hélio Barbosa, localizada em Igarapé Globo De acordo com a diretoria da instituição, a venda foi uma das medidas tomadas devido à restrição no orçamento da escola e também da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fepe). "A fazenda, como qualquer sistema de produção, tem entrada e saída de animais por reposição e comercialização quando eles atingem a idade apropriada. Especificamente, agora, o que está acontecendo é a readequação dos planteis à realidade orçamentária que estamos vivendo", disse o diretor em exercício da escola, professor Roberto Maurício Carvalho Guedes. Segundo ele, do gado de leite, foram vendidos 36 animais. O valor obtido com a venda não foi divulgado, mas, de acordo com Guedes, a quantia será revertida para a compra de insumos, como ração para os animais. A escola ressaltou que as atividades da fazenda estão mantidas e que não há a supressão de rebanhos. Escola de Veterinária da UFMG, em Belo Horizonte Raquel Freitas/G1 "Essa readequação que nós estamos fazendo é justamente para ter condições de manter essas aulas, nenhuma aula foi cancelada. (...) Com isso, então, a gente consegue o atendimento dessas atividades, com o menor prejuízo possível, mas é claro que existe alguma perda, do ponto de vista principalmente de pesquisa", avaliou. Ainda segundo o diretor em exercício, com redução do tamanho do rebanho, também deve haver dispensa de funcionários a partir de novembro. O número de profissionais não foi informado. A diretoria da escola afirmou ainda que tem, juntamente com a reitoria da UFMG, buscado alternativas para ampliar o orçamento disponibilizado para a fazenda, que além de bovinos e suínos, conta com aves, equinos e coelhos. Bloqueio na UFMG Em maio deste ano, o governo bloqueou 30% do orçamento da UFMG. Segundo Guedes, o impacto na Escola de Veterinária foi proporcional ao percentual retido da universidade. Na semana passada, a UFMG informou que parte do recurso que havia sido contingenciado pelo governo federal foi desbloqueada e que então poderia "honrar" os contratos referentes a setembro. Segundo a universidade, R$ 30,1 milhões, do montante de R$ 64,5 milhões, foram liberados. A UFMG diz que continua trabalhando para que o restante, R$34,4 milhões, seja desbloqueado. Diretor Roberto Maurício Carvalho Guedes: 'Readequação dos planteis à realidade orçamentária que estamos vivendo' Raquel Freitas/G1
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15/10 - MPF denuncia 32 pessoas por venda de vagas em curso de medicina e fraude no Fies
Envolvidos foram denunciados por integrar organização criminosa; 20 deles também são acusados de estelionato contra a União. Fraudes foram descobertas com a Operação Vagatomia em Fernandópolis (SP). Universidade Brasil, campus de Fernandópolis Reprodução/TV Globo O Ministério Público Federal denunciou 32 pessoas suspeitas de integrar o esquema de venda de vagas no curso de medicina na Universidade Brasil. O esquema foi descoberto pela Polícia Federal durante a Operação Vagatomia, em Fernandópolis (SP). Segundo o MPF, além da venda de vagas no curso, a organização criminosa fazia contratação fraudulenta por meio do Fies, que é o financiamento estudantil. As investigações apontam que os prejuízos para a União cheguem a R$ 500 milhões. Os envolvidos cobravam até R$ 120 mil por aluno para garantir a matrícula sem processo seletivo e para enquadrar no programa de financiamento estudantil pessoas que não teriam direito ao benefício. Sobre a denúncia do MPF, a Universidade Brasil informou ao G1 que "continua à disposição da Justiça para quaisquer esclarecimentos”. MPF denuncia 32 pessoas por venda de vagas em curso de medicina e fraude no Fies O MPF ajuizou ainda outras duas denúncias contra parte do grupo pelos crimes de falsidade ideológica e fraude processual, devido às tentativas de obstruir as investigações. Em nota, o Ministério da Educação reitera que tem colaborado com as investigações e se mantém à disposição da Polícia Federal e Ministério Público Federal. O MEC informou ainda que foi instaurado processo administrativo e a instituição foi suspensa cautelarmente para novos contratos do Fies e bolsas do Prouni. Dinheiro apreendido na casa de um dos investigados na operação Vagatomia, da Polícia Federal em Jales Polícia Federal/Divulgação O caso De acordo com o Ministério Público Federal, o esquema era liderado pelo reitor e proprietário da universidade, José Fernando Pinto da Costa, preso no dia 3 de setembro após a deflagração da Operação Vagatomia, e pelo seu filho Sthefano Bruno Pinto da Costa, CEO do estabelecimento de ensino. José Fernando foi solto no dia 26 de setembro após o STJ conceder habeas corpus. O filho dele também já está solto. A advogada do reitor ainda não deu um posicionamento sobre essa nova denúncia. O advogado do filho do reitor disse que não há indícios de que ele tenha participado desses crimes e que ele ainda não foi notificado dessa decisão do MPF. O comércio de vagas contava ainda com a atuação de assessores educacionais sem vínculo formal com a universidade, responsáveis pela captação de alunos interessados em comprar o ingresso. Já as fraudes envolvendo a concessão de financiamento público eram feitas com a inserção de dados falsos no sistema eletrônico do Ministério da Educação, o SisFIES. Segundo as investigações, os estudantes de medicina se inscreviam no Fies informando outro curso, com menor exigência de requisitos, e depois solicitava a transferência para medicina. Os 32 envolvidos foram denunciados por integrar organização criminosa, e 20 deles também são acusados de estelionato contra a União e inserção de dados falsos em sistema de informações da administração pública com o fim de obter vantagem indevida. Dono de universidade e filho foram presos durante operação da PF, mas já estão soltos Reprodução/TV TEM Veja mais notícias da região em G1 Rio Preto e Araçatuba
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